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Um pouco de mim...

por aesperaparavoar, em 26.07.14

Hoje falo-vos um pouco de mim. Há um mês atrás fiz 16 anos, todos diferentes, passados com um sorriso, pequeninos quando comparados com aqueles que ainda espero viver. Gosto muito deste dia, 26. O 2 é o meu número favorito e o 6 o número da sorte, embora nem sempre ela esteja do meu lado.

Cresci por entre brincadeiras inventadas e o ar puro da quinta da minha avó. E fui muito feliz. Não fosse hoje dia dos avós, aproveito para partilhar que os meus sempre foram pessoas muito especiais e presentes na minha vida. 

Com o tempo aprendi o valor dos afectos, e percebi que nem todas as pessoas nos fazem bem, algumas só se cruzam connosco para testar a nossa capacidade de ultrapassar os obstáculos, e de o fazer com um sorriso no rosto. Ainda hoje me acontece ter algumas desilusões por acreditar que as pessoas são algo que mais tarde demonstram não ser. Talvez a culpa seja minha que deposito expectativas nelas, ou então não, não sei.   Mas eu vou crescendo, um dia após o outro, sempre com vontade de concretizar sonhos (uns de menina, outros de agora), nem sempre estou como quero, também tenho dias difíceis, inseguranças e fraquezas, mas nada melhor para os ultrapassar do que força de vontade, persistência e acreditar que é possível, porque é.

 

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publicado às 21:57

Sonhos

por aesperaparavoar, em 23.07.14

Sou feita de sonhos, muitos sonhos, e acho que eles são um incentivo enorme para depois corrermos atrás deles e tentarmos torná-los realidade. Na minha vida já cumpri alguns sonhos, entretanto outros ficaram pelo caminho. Não desisti deles, apenas percebi que não eram realmente sonhos, eram apenas vontades momentâneas. Imaginem que quando era pequena eu tinha o sonho de ter um jardim zoológico! Hoje tenho três cadelas e só eu sei o trabalho que elas dão, quanto mais uma catrefada de animais de todas as cores, tamanhos e feitios... Foram este tipo de sonhos que abandonei, por perceber que não eram realmente viáveis e porque alguns deles eram apenas caprichos que não iriam contribuir em nada para a minha felicidade. Hoje eu sei que sonho com o que eu acho que me fará feliz e sonho para concretizar. Espero nunca perder esta capacidade de sonhar e ter força para concretizar os meus sonhos, porque nada é mais gratificante do que a sensação de "missão cumprida", e saber que ultrapassados os obstáculos, valeu a pena nunca desistir de lutar. É esse o espírito que tenho em mim e que um dia gostaria de incutir aos meus filhos: nunca desistir do que nos faz felizes, por mais longínquo, impossível ou difícil que isso nos possa parecer.

 

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publicado às 07:56

Perguntas à espera de resposta

por aesperaparavoar, em 22.07.14

Pergunto-me várias vezes porque insisto em certas coisas mesmo sabendo que elas não me vão levar a lado nenhum. Uns dias acho que é a isso que se chama "lutar", outros interrogo-me se não estarei a confundir o conceito de luta com outros menos felizes. Acho, e mais do que isso, sinto que o tempo e a vida me tornaram um pouco mais amarga, não me roubaram a esperança nem o sorriso, mas já me mostraram muitas coisas que eu preferia não ter visto nem ouvido. Talvez por isso me tenha tornado mais insegura. Cada vez mais vou descobrindo tudo o que não quero para mim, e embora eu possa ter algumas dúvidas quanto ao que quero, sei bem o que não quero. Neste momento sinto que me falta aprender a viver sem deixar que a vida me deite abaixo, e continuar a lutar sempre, por mim e por aquilo que quero e em que acredito. E assim será...

 

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publicado às 18:44

Às vezes...

por aesperaparavoar, em 21.07.14

Às vezes sinto-me pequenina no meio de um mundo tão grande, e acho até que de tão pequenina chego a ser insignificante. Esses são os dias em que também me sinto mais desmotivada e triste. E quando eu me sinto assim não há muito a fazer senão procurar algo que me volte a fazer sentir que vale a pena. Algo que me faça lutar, que me traga motivação, algo que eu sei que me fará muito feliz. Quando penso nesse algo, que muitas vezes chega até a ser vago, eu esqueço-me da tristeza e ponho-me a sonhar com o momento em que vou concretizar esse sonho.

É assim que tento abafar os momentos de tristeza, compensando-os com a perspectiva de outros que eu acredito que poderão ser bem melhores, mas tentando sempre conter as expectivas, não tivesse eu já aprendido que quando depositamos demasiadas expectativas em alguma coisa podemos acabar por nos magoar através de desilusões.

Às vezes bastam 10 segundos de coragem para abrir as asas e voar, e esses 10 segundos podem fazer toda a diferença na vida de uma pessoa.

 

 

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publicado às 21:06

De volta à blogosfera!

por aesperaparavoar, em 21.07.14

Pois é, depois de algum tempo afastada deste pequeno/grande universo que é a blogosfera, estou de volta! Este blogue é, nada mais nada menos, do que um blogue de partilha... de desabafos, de pensamentos, de opiniões, e de coisas, coisas da vida!

Aqui vão também poder acompanhar um pouco daquilo que escrevo e dos meus projetos futuros (espero eu). 

Espero que gostem do blogue, e que me visitem muitas vezes por aqui, pois acima de tudo este é um pequeno espaço ao qual tenho muito carinho.

Quanto ao endereço e ao nome do blogue, um dia explico-vos!

 

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publicado às 16:35

Contactos

por aesperaparavoar, em 21.07.14

Para o caso de terem alguma questão, dúvida ou sugestão, não hesitem em contactar-me através de e-mail para afferreirabatista@gmail.com ou então através de qualquer uma das redes sociais supramencionadas (no topo do blog). 

Conto com os vossos comentários!

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publicado às 16:12

 

EDIÇÃO 07-06-2015 DA REVISTA "NOTÍCIAS MAGAZINE"

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EDIÇÃO 11-04-2015 DO "DIÁRIO AS BEIRAS"

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EDIÇÃO 08-04-2015 DO "DIÁRIO DE COIMBRA"

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Livros&Leituras 

Ana Filipa Batista: De grandes obstáculos se constroem grandes pessoas (entrevista)

 

 
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Ana Filipa Batista nasceu em Junho de 1998, em Coimbra, onde vive. Frequenta o 8º ano, no Colégio da Imaculada Conceição em Cernache. Despertou para a escrita com apenas onze anos de idade, quando em 2010 se estreou no blogue “Poesia a Brincar” onde publica amiúde textos em prosa e poesia. Diário de Filipa: Peças de um Puzzle, editado pela Lugar da Palavra, é a primeira obra desta auspiciosa autora, que pretende vir a ser médica. [Já alguma vez ouviram dizer que os opostos se atraem? E já alguma vez vos aconteceu "apaixonarem-se" pela pessoa com quem mais discutiram ao longo da vossa vida? Ou por aquele que mostrou ser o vosso maior adversário? Pois, se não vos aconteceu, preparem-se, porque pode acontecer a qualquer momento… e eu que o diga! Estou a ultrapassar umas das fases mais críticas da minha existência, a pré-adolescência! Quando coloquei a hipótese de receber mesada, aquilo que me propuseram foi para lá de somítico: dois euros. Já imaginaram tamanha calamidade? Dois euros!]. Inspirado nos dramas, aventuras e desventuras da pré-adolescência, segundo a crítica, Diário de Filipa: Peças de um Puzzle “é um livro simplesmente arrebatador”.
 
 
Livros & Leituras ─ Não é muito comum alguém tão jovem interessar-se por literatura e, principalmente, ter tamanha maturidade naquilo que escreve. No seu entender, a que se deve tudo isso?
Ana Filipa Batista ─ Julgo que o interesse pela literatura surgiu numa fase da escola em que os livros e a leitura eram essenciais. Lendo, descobri um conjunto de novos horizontes e entrei em muitas histórias e universos, uns paralelos ao nosso, outros absolutamente diferentes e desafiantes. As composições escolares exigiam cada vez mais de mim. Achava-me sem imaginação, daí o facto de ter começado a ler tanto. Foi como uma fonte de inspiração. Na sequência disto, e de uma forma muito espontânea, surge um interesse quase súbito pela escrita. Os livros que li, e que continuo a ler, são cruciais para o meu crescimento pessoal e social e também para os meus textos.
 
L&L ─ Diário de Filipa: Peças de um Puzzle é um testemunho na primeira pessoa de todos os acontecimentos que têm marcado a sua quase adolescência. Foi fácil partilhar estas vivências, muitas delas íntimas e pessoais, com os leitores?
AFB ─ Este livro foi um projecto a longo prazo e em que investi muito de mim. Ver-me, pela primeira vez, a escrever algo no decurso de tanto tempo trouxe-me algumas dúvidas e várias vezes me questionei sobre o resultado que “aquilo” teria. A Filipa, personagem principal do livro, é uma pré-adolescente de 12 anos que fala abertamente de alguns dos seus receios, das suas dúvidas e que dá a conhecer, ao longo de aproximadamente seis meses, todo um quotidiano muito variado, abordando assim diversificadíssimos temas, uns mais comuns do que outros. Enquanto escrevia, relembrei muito da minha infância (ainda fresca) e muitas peripécias de quando era pequena. A Filipa resulta de uma fusão de várias vidas e pessoas numa só. Acaba por ser o produto da minha vida e de quem me é próximo e, através dela, vou falando sobre temas que julgo serem muito comuns nesta idade, não só para as meninas, mas para os adolescentes no geral. Partilhar tudo isso com o leitor foi uma sensação óptima, é bom partilhar experiências, conhecimentos, dúvidas e até medos… em parte, ajuda-nos a lidar com eles.
 
L&L ─ Acha que o sucesso do seu livro se deve aos jovens que se identificam consigo e com as situações que vai vivendo no dia-a-dia ou, paradoxalmente, aos pais que o lêem para melhor entender os dramas dos próprios filhos?
AFB ─ Para ser sincera, acho que este é um livro que se adapta muito bem a todas as faixas etárias, para os mais novos transmite uma ideia de partilha, de emoções e de compreensão do que eventualmente possam estar a sentir nesta fase das suas vidas. Para os adultos acaba por ser bom para relembrarem alguns aspectos da sua meninice. Não funciona como um manual de instruções para os pais, porque cada um tem a sua forma de amar e de educar, contudo, tem também o intuito de os ajudar a entender alguns dos actos, questões e dificuldades dos filhos. Pelo que tenho visto e ouvido, sei de muita gente que já leu o livro e se identificou com a Filipa e gostou de a conhecer e isso é muito gratificante para mim.
 
L&L ─ Quando se edita pela primeira vez, existem muitos sonhos e criam-se inúmeras expectativas. Crê que foram alcançadas?
AFB ─ Editar pela primeira vez não é nada fácil, principalmente para mim, que estou na fase das incertezas e da insegurança. O mais difícil foi a procura de uma editora que eu achasse que era capaz de fazer um bom trabalho com o meu projecto e que simultaneamente aceitasse trabalhar comigo. Tive algumas propostas, umas melhores do que outras, mas quando finalmente me decidi, foi um sentimento de desejo concretizado. As minhas metas não estavam muito elevadas, estava ansiosa por ter o feedback dos leitores e por saber como iria ser a reacção dos que me são próximos. O maior sonho era que o livro fosse bem aceite e que todas as experiências que ele me trouxesse me fizessem evoluir e aprender mais. Esses sonhos e metas foram, sem dúvida, alcançados e creio que sendo alguém totalmente desconhecido das pessoas, o livro foi muito bem aceite.
 
L&L ─ Tem tido a atenção dos jornais e esteve presente em vários programas de televisão. Para conquistar os leitores é importante ser uma boa comunicadora?
AFB ─ Sim, sem dúvida. A maior parte dos leitores é influenciado pelo que ouve dizer ou pelo que nós damos a conhecer através dos meios de comunicação. Gosto de comunicar e de ser simpática para as pessoas. Acho que é importante darmo-nos a conhecer, bem como à obra, porque só assim podemos despertar a curiosidade de alguém para depois ir até a uma livraria, comprar o livro e lê-lo. É todo um processo que, caso o leitor não esteja mesmo entusiasmado, pode não resultar. Despertar o interesse de alguém, ter o dom de surpreender as pessoas com palavras e saber aplicar os termos e as expressões certas nas alturas convenientes é deveras importante.
 
L&L ─ Que ensinamentos retirou dessas experiências?
AFB ─ Estaria a mentir se dissesse que todo este encadeamento de experiencias foi algo banal na minha vida. Aprendi muito com tudo isto, principalmente a nível psicológico, a saber gerir melhor certos factos e a encarar as coisas com calma e a devida importância. Iniciou-se um novo ciclo, senti que este projecto me enriqueceu bastante e, além disso, me fez chegar a pessoas espectaculares que, de outra forma, jamais teria oportunidade de conhecer. Percebi também que a confiança em nós próprios é fundamental para se desenvolver um bom trabalho e que apesar de todos os sacrifícios, valeu a pena lutar. Hoje é um privilégio ver o meu livro espalhado pelas diversas livrarias nacionais e saber que muita gente já teve oportunidade de o ler. Foi sem dúvida um dos acontecimentos mais marcantes e gratificantes da minha vida e que vai ficar gravado para sempre.
 
L&L ─ Para além de prosa, escreve poesia. Que significado tem para si a poesia e em que momentos se sente mais predisposta a escrevê-la?
AFB ─ Quando comecei a escrever, foi precisamente poesia. A poesia é, mais do que tudo, uma forma sublime de expressar sentimentos e, por vezes, um óptimo desabafo. Há dias em que me sinto especialmente inspirada para escrever poesia, há outros em que as ideias não estão tão organizadas e nesses dias prefiro abster-me da poesia. No entanto, a poesia é algo importante para mim e que gosto de partilhar com os outros, principalmente através do meu blogue “Poesia a Brincar”, visitado por pessoas de mais de 23 países (como é o caso, entre outros, do Brasil, Estados Unidos da América, Bélgica, Suíça, Holanda e, claro, Portugal). É algo que me deixa muito orgulhosa de mim e do trabalho que tenho vindo a desenvolver nesta área.
 
L&L ─ Quais os escritores que mais admira?
AFB ─ Sou uma leitora bastante diversificada e gosto de ler novos escritores. Quanto a escritores portugueses, leio muitos, mas aquela que mais me fascina é Maria Teresa Maia Gonzalez, que já tive oportunidade de conhecer pessoalmente. A nível internacional, são muitos os escritores que despertam os meus elogios: Lesley Pearse, Nora Roberts, Patrick Rothfuss e Daniel Glattauer.
 
L&L ─ Ambiciona cursar medicina. Seguirá, portanto, uma carreira ligada às ciências. O que estimula a sua veia literária, já que é uma área mais associada às artes e à subjectividade?
AFB ─ O que mais me estimula para a literatura é o gosto pelas letras, o impacto que uma simples palavra pode ter numa história ou num poema. É algo mágico que eu gosto de sentir. Jamais seria capaz de me dedicar por inteiro à escrita, apesar de ainda ser muito nova, sei que não teria capacidade para fazer da escrita a minha profissão. A medicina é outra área com a qual me identifico bastante, talvez pelo gosto de cuidar das pessoas o melhor que sei e de saber que lhes posso ser útil. Contudo, não ponho de parte a literatura nem a comunicação que são duas áreas que eu adoro explorar e vivenciar.
 
L&L ─ Fale-nos dos projectos que tem para novos livros.
AFB ─ Neste momento é-me complicado falar de planos para o futuro, porque estou empenhada especialmente com a escola. No entanto, já iniciei um novo projecto, chama-se Onde está o amor? e é um romance. Pretende, acima de tudo, desafiar a imaginação do leitor e despertar-lhe sentimentos. Por último, provar que todos temos amor para dar e todos precisamos de o receber, mas que, por vezes, a vida leva-nos por caminhos ocultos e torna-nos pessoas frias. A história vai-se formando pouco a pouco, apesar de ter uma ideia base, as personagens vão surgindo, estou a deixar as ideias fluírem. Este é um projecto a longo prazo, neste momento quero dedicar-me a 100% à escola, aos amigos, à família e ao primeiro livro. Deixar de escrever não está, de todo, nos meus planos.
 
L&L ─ Que sugestões daria a um futuro escritor?
AFB ─ Ainda não me vejo como uma escritora, sou principiante nesta área. Porém, aconselho a todos, quer queiram ser escritores, médicos ou qualquer outra coisa, que persistam e que lutem pelos seus sonhos, que não desistam de alcançar as suas metas, que, no fundo, não desistam da felicidade. Nesta área em concreto, ler é fundamental e depois escrever, desafiar o destino e tentar sempre chegar mais longe no horizonte porque o horizonte não é um fim, mas sim um infinito, uma continuação. Ter a coragem de arriscar e confiança em si próprio é imprescindível. De grandes obstáculos se constroem grandes pessoas… a escrita é isso mesmo, viver o fácil, o difícil, o possível e o imaginário, mas primeiro que tudo, ser feliz.

In "Livros & Leituras", 19-01-2012
 

 

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publicado às 16:00

A 8 de Outubro de 2011 decorreu, no Colégio da Imaculada Conceição, em Cernache (perto de Coimbra) o lançamento do meu primeiro livro, intitulado "Diário de Filipa: Peças de Um Puzzle".

Baseado (maioritariamente) em ficção, este livro é um dos maiores desafios a que alguma vez já me propus.

 

Filipa (a personagem principal do livro) tem 12 anos e está precisamente numa das fases mais dramáticas e confusas da sua existência: a pré-adolescência. Assim, “Diário de Filipa” é o diário confidencial de uma adolescente de 12 anos, a Filipa, que se prepara para viver uma das fazes mais incertas e revolucionárias da sua curta vida: a pré-adolescência.
Neste rol de acontecimentos, e por entre amores e desamores, alegrias e tristezas, (des) ilusões e intrigas, ela irá aprender muitas coisas, principalmente que… ser quase adolescente nem sempre é fácil!
“Já alguma vez ouviram dizer que os opostos se atraem? E já alguma vez vos aconteceu “apaixonarem-se” pela pessoa com quem mais discutiram ao longo da vossa vida, ou por aquele que se mostrou ser o vosso maior adversário? Pois, se não vos aconteceu, preparem-se, porque pode acontecer a qualquer momento, e eu que o diga! Ah, e ainda… o que fazer quando temos uma colega super despistada que um dia nos pergunta se sabemos onde se vendem pacotinhos de paciência e uma melhor amiga com quem estamos sempre a discutir?!

Enfim, neste diário vão poder encontrar de tudo. Acontece que, ser adolescente, nem sempre é das coisas mais fáceis…”

 

 

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publicado às 15:35

Sobre mim

por aesperaparavoar, em 21.07.14

Afinal, quem sou eu? 

Chamo-me Ana Filipa, embora sempre tenha preferido que me chamassem Ana, maior parte das pessoas insiste em chamar-me Filipa.

Nasci em Coimbra num dos primeiros dias de Verão, traquinas, pequena e anafada, longe de imaginar o turbilhão de experiências que ainda estavam para vir. 

Desde que me conheço por gente que gosto de comunicar com os outros, seja oralmente ou através da escrita. A leitura foi das minhas primeiras paixões, adoro ler e sempre li muito. 

Ainda que só tenha descoberto que gostava realmente de escrever por volta dos 11 anos de idade, altura em que comecei a partilhar alguns textos em prosa e poesia no blogue "Poesia a Brincar" (http://poesiaabrincar-ana.blogspot.com), agora inativo, sei que apesar de não ser de sempre, a minha paixão pela  escrita é para sempre. E a escrita é um refúgio para a alma. A escrita não nos julga, não nos ralha, nem se zanga se dissermos alguma coisa que não devemos. Ouve-nos e absorve o que dizemos, guarda tudo para ela e não conta a ninguém. Guarda segredo.

E faz-me bem por vezes sair da minha pele por alguns instantes e pôr-me na pele dos outros. Viver a vida deles como se fosse a minha e experimentá-la. Aprendo com isso. É por isso que escrevo e que hei-de continuar sempre a escrever.

Em 2011, e com apenas 13 anos, decidi editar o meu primeiro livro "Diário de Filipa: Peças de Um Puzzle", e essa foi uma das grandes reviravoltas da minha vida, porque a partir daí tive oportunidades que eu nunca poderia ter tido doutra forma, entre as quais a oportunidade de contactar com pessoas excecionais incluindo alguns escritores portugueses, visitar escolas, bibliotecas e livrarias onde fui muito bem recebida, e também de participar em algumas apresentações e concursos.

 

  (Eu, a 14 de Julho de 2011, no programa da SIC "Querida Júlia")

 

Aos 16 anos decidi criar este blogue para poder partilhar convosco um pouco de mim, daquilo que penso e que escrevo, e também para que possam acompanhar tudo sobre o meu segundo livro, o meu primeiro romance intitulado "O Primeiro Voo".

Atualmente com 18 anos, sou uma sonhadora que luta todos os dias por ver concretizados os seus sonhos, e são tantos!

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publicado às 15:00


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