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"O Primeiro Voo", o que esperar?

por aesperaparavoar, em 26.09.14

Escrever este romance foi, para mim, um grande desafio! Apesar de estar feliz com o resultado final, tal como referi no último post, estou muito curiosa para saber as opiniões dos leitores, que espero que até ao final do ano ainda possam ter acesso ao livro. 

Hoje aguço a vossa curiosidade com um bocadinho daquilo que é este novo livro.

Fico à espera das vossas opiniões!

sÓ CAPA.PNG

 

O que fazer quando tudo à nossa volta parece estar a desabar?

 

Margarida tem vinte e três anos e um enorme desejo de arriscar. A motivação de conhecer o mundo pelos próprios olhos e de criar a sua independência levam-na a abandonar a casa onde cresceu para partir à descoberta do que a rodeia, ao mesmo tempo que espera poder desprender-se dos traumas dramáticos do seu passado, incluindo a inesperada morte do pai.

Nesta sua caminhada, a jovem portuguesa chega a França. Radiante com esta nova fase, ela mal pode imaginar que a paz e a tranquilidade que ela tanto anseia ainda tardam em chegar, afinal, a vida não é só feita de coisas boas e ao longo desta aventura, mais do que nunca, Margarida sente-o na pele. 

 

P.S.: Atualmente podem descobrir um pouco mais sobre o livro assistindo à minha entrevista no programa da SIC "Grande Tarde" (03.06.2015).

 

 

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publicado às 20:59

"O Primeiro Voo", o meu segundo livro

por aesperaparavoar, em 24.09.14

Ainda não está lançado, mas, para lá caminha! Ainda não tinha falado aqui dele antes porque tinha algum receio de que nunca o fossem poder conhecer, mas agora parece que já não falta assim tanto para que isso aconteça. 

Na altura em que editei o meu primeiro livro fiquei completamente rendida a este mundo em que escrevemos e partilhamos com os outros um pouco de nós através das palavras, algumas delas assumidamente nossas, outras concedidas por nós a personagens que criámos. Contudo, e apesar de ser uma pessoa que detesta desistir e luta pelos seus objectivos, sempre achei que não voltaria a editar novamente, talvez por falta de ideias, ou por receio de arriscar. Por isso, durante cerca de um ano não escrevi nada com o intuito de editar, fui escrevendo, mas nada de concreto. As pessoas perguntaram-me muitas vezes se estava a escrever mais algum livro, falaram-me em escrever uma continuação do Diário de Filipa, disseram-me que estavam curiosas para ler mais coisas escritas por mim, fui particularmente feliz nos tempos que se seguiram à edição do livro, sobretudo porque me abriu portas a experiências muito gratificantes. E as pessoas à minha volta incentivaram-me imenso, tanto que um dia decidi tentar de novo, senti essa vontade e fi-lo. Para além da vontade que tinha em voltar a partilhar textos meus com as pessoas, senti que lhes devia isso. Não disse nada a ninguém, mas aos poucos fui moldando uma história que não era a minha, mas que eu vivi tão intensamente como se fosse. No início a Margarida, a personagem principal da história, era muito vaga, sabia muito pouco sobre ela, só depois, quando realmente comecei a simpatizar com ela e comecei a sentir maior vontade de a aprofundar é que acabei por explorá-la de verdade. Foi um processo muito engraçado. A Margarida vive coisas que eu jamais teria idade para experimentar, mas isso tornou todo o processo ainda mais desafiante. Agora que o terminei, mal posso esperar para ver a reação de quem o ler e receber críticas, sobretudo construtivas, para que eu possa continuar a evoluir.

Para já é isto, o resto... conto-vos depois!

 

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publicado às 18:25

ARE YOU REALLY HAPPY?

por aesperaparavoar, em 23.09.14

O post de hoje é inspirado na imagem abaixo (desta vez não é a imagem inspirada no post, mas sim o contrário). Para mim a única coisa que falta nesta imagem é o ponto de interrogação a seguir à frase, de modo a que ficasse "ARE YOU REALLY HAPPY?" ("TU ÉS VERDADEIRAMENTE FELIZ?"). Esta é a pergunta, aquela que talvez devessemos fazer mais vezes a nós próprios. Afinal, somos felizes? Acho que por vezes é importante olharmo-nos no espelho e termos uma conversa connosco mesmos, falarmos abertamente e tentarmos perceber até que ponto estamos a desempenhar bem o nosso papel. Até hoje parece-me que o segredo da felicidade é viver, viver a vida, e parece-me que apesar de tudo isso é muito possível. Eu sou suspeita, às vezes sei que podia viver com mais intensidade, dar mais de mim, normalmente tento dar tudo, mas sei que o tudo podia ser alargado a ainda mais. E por vezes perco demasiado tempo a planear as coisas em vez de as viver, e também arranjo desculpas quando quero adiar as questões. É normal, sou humana, também tenho a tentação de ir pelo caminho mais fácil, às vezes também me apetece desistir. Mas tento sempre contrariar-me nessas situações, porque eu sei e tenho provas de que a felicidade está mais além do fácil e do simples, e é preciso arriscar, tentar, com garra, com determinação, e quando nós temos força de vontade, e queremos muito uma coisa, nós somos capazes, mais até do que imaginamos. Mas, no meio disto, será que somos verdadeiramente felizes?

 

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publicado às 18:39

Uma apresentação... diferente

por aesperaparavoar, em 18.09.14

Hoje numa das minhas aulas solicitaram que me apresentasse, mas de uma forma diferente e... original! Já estou no 11º ano e nunca, em momento ano algum, um professor me tinha pedido que me apresentasse como se eu fosse um veículo, sim... um veículo! A ideia é estranha, mas parece-me que resultou bem. Seguindo as indicações que me foram dadas, deixo-vos a minha apresentação.

 

Pediram que me apresentasse, normalmente não sou boa neste tipo de tarefas, mas... vou falar-vos um pouco de mim. Chamo-me Ana e sou um triciclo. Sou um triciclo jovem, ansioso por trilhar novos caminhos, conhecer crianças com quem possa partilhar um pouco daquilo que já vi e aprendi. Sou preto e branco, uns dias sinto-me cansado, desanimado e sem vontade de ir, para onde quer que seja. Outras vezes eu tenho vontade de ir, mesmo que eu não saiba para onde, quero ir, arriscar, seguir em frente e superar-me. Sou um triciclo pequenino, e às vezes sinto-me pequenino, não só porque o sou verdadeiramente, mas porque o mundo parece tão grande e eu, pequeno, anafado e ingénuo, sou tão pequenino. Contudo, não me deixo intimidar! Venho de um passado atribulado, uma estrada de terra batida que às vezes ainda sou obrigada a ultrapassar, no meio dos meus passeios pelo alcatrão. Venho na ansiedade do que ainda posso viver e, eu sei, ainda posso viver muito mais do que isto. Agora estou em viagem, já passei por sítios tristes que me fizeram sentir que precisava de parar e repensar a minha viagem, mas também já passei por localidades felizes que me fizeram querer explorá-las e, com as suas paisagens fizeram com que eu tivesse vontade de compartilhar com os outros aquilo que os meus faróis viam. Por algumas vezes precisei de ser amparada, já tive vários acidentes, mas cada vez mais acredito que tudo isso fez de mim o que sou hoje, uma pessoa feliz, mas com marcas, cicatrizes que o tempo deixa em nós, umas mais felizes do que outras. E os meus faróis brilham de cada vez que penso que, no futuro, eu posso seguir por um caminho melhor, e que ainda há tanto para ver. Neste caminho já vi pessoas que me fizeram querer ficar e que eu gostaria de ter sempre comigo, outras tentaram pôr-me à margem, jogar-me para fora de circulação, e algumas ainda mostraram-me ainda melhor o caminho e aconselharam-me a não ter medo de o seguir. Um dia vi uma pessoa especial, que se atravessou na estrada num dia em que eu estava decidida a estacionar e ficar parada durante algum tempo, mas essa pessoa, de tão especial, fez-me perceber que eu não devia parar mas sim seguir em frente e ir mais longe. Assim fiz, e agora estou aqui, neste pôr do sol sagrado para mim, que me aconchega, me transmite calma e me faz querer ir ainda mais longe no horizonte. É aqui que paro para me renovar, para reparar alguma peça que os precalços do caminho deitaram abaixo. É aqui que me encontro, e por vezes me descubro. E no futuro eu irei, não sei ainda para onde, mas sei que não ficarei parada a assisitir aos outros triciclos a andarem e eu não.

 

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publicado às 17:59

Desafios

por aesperaparavoar, em 14.09.14

Amanhã começa um novo desafio para mim. Uma nova etapa, uma nova prova que espero superar. Quando começo uma coisa gosto de a concluir, e da melhor maneira possível, por isso espero que este novo ano lectivo corra pelo melhor. Estou certa que esta não será apenas mais uma etapa, creio que este pode ser um ano com muitos desafios, e eu gosto de desafios. Apesar de tudo, lá vou eu ter de me desdobrar em afazeres, escolher prioridades e tentar manter o tempo sob controlo, se é que isso é possível, porque ele passa a voar! Ainda há tão pouco tempo estava a entrar para o 5º ano e hoje, 7 anos depois, já me falta tão pouco para terminar este ciclo. E quando der por isso já passou, portanto, é melhor aproveitar cada momento, cada experiência, porque no fim é tudo isso que fica, e não se esquece. E que neste ano eu me consiga superar, em tudo, e consiga demonstrar a mim própria que sou boa a vencer desafios.

Este não vai ser fácil, mas se o fosse não chegava a ser "um desafio".

 

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publicado às 19:08

11 de Setembro

por aesperaparavoar, em 11.09.14

No dia 11 de Setembro de 2001 eu tinha 3 anos. Pequenina e ingénua, nunca me poderia ter apercebido do horror vivido em World Trade Center, Nova Iorque, naquele dia em que milhares de pessoas morreram e tantas outras ficaram feridas. O ataque às torres gémeas será sempre relembrado como um episódio trágico, triste e de destruição. Não faço sequer ideia do pânico vivido pelas famílias lesadas por este cruel episódio. Passados 13 anos o mundo ainda continua a ter bem presente o dia 11 de Setembro e eu, particularmente, relembro com imensa tristeza as imagens que tenho visto ao longo dos anos na televisão de pessoas a atirarem-se dos vários andares de ambas as torres, e do momento em que as torres desabaram, deixando toda a gente em alvoroço. Atrevo-me a dizer que nesse dia o mundo parou, e ainda hoje ninguém fica indiferente a este dia.

Hoje, quero acima de tudo prestar a minha homenagem às vítimas do 11 de Setembro de 2011 e às famílias que sofreram consequências infelizes e perderam as pessoas que lhes eram queridas. 

 

 

 

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publicado às 15:12

Coisas e Coisas

por aesperaparavoar, em 11.09.14

Hoje eu sei que há Coisas e Coisas. Há coisas que temos por direito, há coisas com que somos presenteados mesmo sem fazermos nada por elas, para as merecer, e há outras pelas quais temos de lutar muito. Felizmente nunca soube o que era ter de lutar para ter um prato de comida para comer, nunca me faltou água potável para matar a minha sede, nem água quente para poder tomar um banho, nem uma cama para dormir ou teto para me abrigar. Parecem coisas tão banais que às vezes nem lhes damos valor. É-me díficil saber e perceber que há pessoas que lutam por tudo isto, coisas que há partida nos devem ser dadas por direito. Há outras coisas que são do nosso dever. Entre elas está o dever de lutar por aquilo em que acreditamos, por aquilo que queremos, e de dar ao mundo um pouco de nós, para que possamos receber dele também. Nem sempre recebemos coisas boas, mas é por isso que a vida se torna desafiante. Com o tempo nós vamos tendo maturidade para escolher, para distinguir o bom do mau, o certo do errado, ainda que por vezes isso continue a ser um desafio constante. Há coisas que nos são oferecidas, mas eu continuo a achar que as melhores, e aquelas que nos dão mais estímulo e satisfação são as que NÓS conquistamos. E por vezes tudo depende de nós, e está nas nossas mãos fazer a diferença e lutar, porque a vida também é feita das lutas que travamos ao longo do tempo em que vivemos.

 

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publicado às 09:20

Hoje falo-vos de uma estrela: Leonor

por aesperaparavoar, em 05.09.14

Decidi escrever este post aqui no blogue porque a história da Leonor sempre causou grande impacto em mim. Esta menina tinha 5 anos e, mesmo sabendo que tinha um cancro a lutar contra ela, nunca deixou de sorrir nem de espalhar alegria junto às pessoas à sua volta. Vi-a várias vezes em programas de televisão: a Leonor tinha uma força imensa, tão imensa quanto a sua vontade de viver. O cancro venceu esta batalha, mas creio que antes dele ter ditado esta última vitória a Leonor já tinha ganho muitas outras. Ela aceitou o cancro e soube viver independentemente das limitações que ele lhe causou, lutou contra ele enquanto pôde. Acredito que ela tenha sido muito feliz durante os seus 5 anos de vida, acredito que ela ainda tivesse muito mais para viver e para nos ensinar, e muitos sorrisos para partilhar. Não imagino o quanto a família da Leonor estará a sofrer, mas tenho a certeza que a Leonor é agora uma estrela que brilha num novo sítio, uma lição de vida para todos nós, e uma inspiração, sobretudo para outras crianças e adultos que sofrem de cancro. E estou certa de que a Leonor estará a sorrir, num reino distante de nós, mas onde ela continua a ser sempre a princesa Leonor.

 

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publicado às 14:08

... E que jeito que dava às vezes poder voar. Poder ver o mundo de outras perspectivas. Poder fugir para recantos onde ninguém nos pudesse roubar do nosso espaço, do nosso tempo. E que bom que era poder ter um momento completamente a sós connosco mesmos, já que com a correria do nosso dia-a-dia por vezes isso acaba por não ser possível. Não sou louca, pelo menos não sou muito louca, mas falo muitas vezes sozinha, de propósito. E mais, agradeço que ninguém ouça os meus desabafos quando estou a falar sozinha. Quando falo comigo mesma tento ver as coisas de outra perspectiva, tento ir mais além e olhar no horizonte, perceber até que ponto os meus actos correspondem aquilo que eu realmente quero e preciso, até que ponto é que estou a agir bem, e por vezes tento explicar-me as coisas como se estivesse a vê-las de fora, expôr as várias perspectivas e tentar avaliar cada uma delas sem preconceitos. Às vezes isso não é fácil, não mesmo, mas é algo que me ajuda imenso. E embora por vezes eu preferisse voar e refugiar-me num sítio só meu, eu continuo aqui, a lutar por aquilo em que acredito.

 

 

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publicado às 22:02

Há dias assim

por aesperaparavoar, em 01.09.14

Naquele dia eu acordei e senti que o mundo era meu.
Não que mo tivessem dado ou emprestado,
não que eu o tivesse herdado,
era meu porque eu sou dele e faço parte dele.

Levantei-me e acreditei num dia diferente, especial,
e coloquei em tudo um carinho,
e um sorriso de quem luta para vencer.

Naquele dia eu fui feliz.
Senti-me capaz, forte para lutar.
Naquele dia fui eu,
a pessoa alegre que eu sabia que tinha em mim.

Naquele dia deixei escapar confissões,
Dancei com melodias, sorrisos e brilhos nos olhos,
calçada e descalça, sozinha e acompanhada.
E sorri, para mim e para os outros.

Fui feliz. Nada mais importa.

 

 

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publicado às 20:35


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