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Hoje partilho convosco o nome de uma das escritoras que mais gosto de ler. Descobri o seu primeiro livro em 2013 e desde aí que não resisti a comprar/ler todos os outros (livros) que estão já traduzidos para português. Chama-se Lesley Pearse. É uma das escritoras preferidas do público português (o que não me admira nada) e conta já com uma vasta coleção de obras publicadas e traduzidas por todo o mundo. Em Portugal estão já publicados os livros Nunca me Esqueças, Procuro-Te, Segue o Coração, A Melodia do Amor, Nunca Digas Adeus, Sonhos Proibidos, A Promessa, Perdoa-me e, mais recentemente, És o Meu Destino. Tenho-os a todos (lidos), alinhados religiosamente na prateleira do meu escritório. Lesley Pearse cativa-me sobretudo pelo detalhe (não exagerado) com que descreve os cenários e as situações que pretende expor. A forma como explora cada personagem femina de qualquer um dos seus livros é ímpar. Talvez o seja porque a própria vida da escritora é uma inspiração para os seus romances, isto quer falemos da dor do primeiro amor, de crianças indesejadas e maltratadas, de adopção, rejeição, pobreza ou vingança, já que ela viveu tudo isto bem de perto. É considerada uma lutadora, uma mulher dotada de uma coragem extraordinária, possivelmente por isso eu goste tanto dela também. 

A verdade é que de cada vez que é editado um novo livro em Portugal eu não resisto à tentação de o comprar, nem descanso enquanto não o leio. O meu preferido é, muito provavelmente, Sonhos Proibidos, sendo que Perdoa-me também não lhe fica atrás (li-o em 4 dias nas férias de Verão do ano passado, ADOREI). 

Embora eu tenha um gosto muito eclético no que toca a livros, creio que vocês também irão gostar de mergulhar nas histórias desta escritora que admiro imenso. Sem dúvida uma grande inspiração!

 

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publicado às 20:21

Londres

por aesperaparavoar, em 17.02.15

Aqui está a explicação para a minha ausência nos últimos dias. 

Fevereiro prometia ser um mês de grandes emoções e tem sido. Os primeiros dias do mês foram preenchidos com testes e avaliações, tudo para que a "primeira ronda" ficasse completa antes da viagem. A tal viagem. A viagem que já há muito ansiavamos e que veio substituir os festejos de Carnaval. A viagem a Londres. 

Foram 5 dias. Intensos. Passaram a correr, mas foram óptimos para quebrar o ritmo. Cheios de emoções, experiências, aventuras, (sor)risos, amigos e, claro, muitas fotografias para um dia recordar (com saudades!). 

Uma viagem que serviu para renovar energias e esquecer alguns pormenores que já mereciam descanso. Cheguei ontem já na reta final do dia, com um sorriso no rosto.

Foi uma viagem cansativa mas cheia de coisas boas!

Quem sabe não esteja encontrado o cenário do próximo livro...

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publicado às 22:20

Mini-entrevista

por aesperaparavoar, em 01.02.15

Passado o mês de Janeiro é altura de dar as boas-vindas a Fevereiro! Assim, começo este novo mês a partilhar convosco uma mini-entrevista que me foi feita pela Mariana Pereira, aluna do 10º ano de escolaridade, que decidiu apresentar o meu livro na disciplina de Português e quis saber algumas coisas a meu respeito.

 

Mariana Pereira (MP) - Com apenas 16 anos já escreveu dois livros. Como lida com o reconhecimento das pessoas perante si e os seus livros?

Editei o meu primeiro livro aos 13 (anos). Editar pela primeira vez não é nada fácil, principalmente quando se tem 13 anos e se está na fase das dúvidas e das inseguranças. Acima de tudo eu era uma rapariga completamente anónima, e quando se é anónimo e inexperiente no meio é preciso saber lidar muito bem com o desencadear das coisas para conseguirmos que corra tudo bem a nível de publicação e divulgação do livro. No meu caso a divulgação do livro trouxe-me experiências óptimas e muito gratificantes, as idas à televisão, o aparecimento em alguns jornais, as apresentações em escolas, livrarias, bibliotecas e feiras do livro, e outras coisas que surgiram com o tempo. Foi assim que me tornei um bocadinho mais conhecida. Não me considero figura pública embora, hoje em dia, depois de já ter o segundo livro publicado, as pessoas já me comecem a conhecer um bocadinho e a abordar-me para falar dos livros e do facto de já ter publicado duas vezes com esta idade. Isso é muito bom, e gosto especialmente das críticas que fazem (as construtivas), porque são uma mais valia para eu poder evoluir.

MP - Como é que percebeu que o seu destino era ser escritora?

Bem, na verdade acho que o meu “destino” não é ser escritora. Nem sequer me considero escritora. Tenho muito respeito por quem faz da escrita uma profissão, com tudo o que isso implica. Eu escrevo de uma forma mais descontraída, e uso um bocadinho a escrita como uma catarse. Gosto de escrever, gosto muito aliás, mas, não me imagino a fazer da escrita uma profissão. Gostava, por exemplo, de ser jornalista ou apresentadora de televisão. Comunicar. Comunicar é a minha maior paixão, e embora queira ser médica, sinto que esta vertente da comunicação vai sempre fazer parte de mim.

Mas, respondendo à pergunta de outra forma, comecei a perceber que tinha algum talento para escrever devido aos meus professores do 2º ciclo que faziam questão de elogiar a minha expressão escrita e oral, e mais ainda depois de ter começado a publicar textos (em prosa e poesia) no blogue “Poesia a Brincar”, em 2010.

MP - Já pensou na história do seu próximo livro?

Para já ainda é cedo para pensar em publicar novamente. Estou centrada na divulgação deste segundo livro, um romance que me deu imenso prazer escrever. Criei uma intimidade muito grande com a personagem principal, a Margarida, quase como se ela existisse realmente e fossemos amigas. Além disso estou no 11º ano, este ano tenho exames e tenho tido sempre muitos testes e alguns trabalhos, portanto não tenho tido tempo suficiente para me dedicar à escrita de um próximo livro. Ultimamente quando escrevo faço-o no meu blogue (O diário de uma borboleta). Tenho já algumas ideias que surgiram com o tempo, mas nada suficientemente concreto.

 

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publicado às 16:53


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