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Falemos de... #9 | Adeus Junho, Olá Julho!

por aesperaparavoar, em 30.06.15

Junho é e sempre foi um mês muito especial para mim. É o mês em que começa o Verão, o mês que marca o início das férias grandes, dos dias longos de praia, e de outras tantas coisas boas. Além disso é o mês em que nasci.

Este mês comemorei mais um aniversário. Já são 17 no total. É incrível como o tempo passou a correr, ainda que por vezes parecesse estar a demorar muito a passar. São 17 anos de sorrisos cheios de sonhos, e de sonhos à espera de asas para voarem. Uma vida ainda em flor que, de tão jovem, ainda tem muito para viver, para aprender, para lutar.

A vida dá-nos bagagem, experiências, momentos e pessoas. Sou muito grata por tudo o que tenho na minha vida e, sobretudo, por quem tenho no meu coração e ao meu meu lado, e por todos aqueles que, mesmo não estando comigo de forma quotidiana, se fazem sempre presentes.  

Um passinho de cada vez, um seguido de outro e outro atrás do anterior, caminho na direção que me parece ser a minha, e se cair, só tenho de ter forças para me levantar. Sou assim, é de mim. Já caí algumas vezes, e não espero outra coisa senão cair mais umas quantas, porque a vida é isto, o desafio de nunca desistir perante as adversidades, de nos superarmos, de surpreendermos, de sermos felizes enquanto lutamos pela utupia que é a felicidade. 

Hoje acaba mais um Junho da minha vida, faltam mais seis meses para o ano acabar e ainda há muito trabalho a fazer para que, no final, possa sentir que este ano valeu a pena.  

Julho trás com ele um grande desafio pessoal que se estenderá por algum tempo, por isso estou pronta para o receber com um "olá" acompanhado de um sorriso de orelha a orelha. Venha ele!

 

 

 

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publicado às 15:43

Desfecho do desafio "Pontas Soltas"

por aesperaparavoar, em 25.06.15

Pois é, depois de uma fase mais atribulada a nível pessoal (ou não tivesse sido esta uma época de exames escolares), cá estou eu para a conclusão do desafio que vos lancei, o "Pontas Soltas". E nada melhor para terminar um desafio do que com um outro desafio! Pois é, o meu desafio é "encaixar" os comentários de quem participou no desafio e torná-los num texto homogéneo. Agradeço, desde já, a todos os participantes, e espero que gostem (e concordem) com o resultado final (pronunciem-se!). Aqui vai ele...

Com o passar do tempo há pontas que vão ficando soltas, nas nossas vidas, na nossa cabeça, no nosso coração. E há vidas suspensas em nós, aquelas que deixámos por viver ao tomarmos decisões que nos mudaram o rumo. 

Há pontas que soltamos e das quais nos desprendemos. Por vezes é o melhor. Mas há também pontas que, embora soltas, continuam presas a nós por um fiozinho de nylon.

É um facto que, por vezes, para seguirmos o nosso caminho e darmos continuidade à nossa existência é necessário que façamos existir essas pontas soltas. E se nos desprendermos delas é porque o que realmente ficou para trás eram fragmentos, pedaços de algo que não nos fazia bem, que não nos completava de maneira nenhuma. Talvez até estivessem já a mais, ou pertencessem a um ser no qual já não nos reconhecemos e, por já não fazerem sentido é preciso fazermos uma espécie de "refresh". Contudo, se realmente ainda permanecemos agarrados a algumas dessas pontas é porque de facto há ainda qualquer coisa que faz com que isso valha a pena, nem que seja uma vírgula ínfima ou uma pequena esperança que restou. São pontas soltas que vão ficando e que nos convencem de que vale a pena que assim seja. Pontas que continuam presas a nós pelo tal fiozinho de nylon e que são aquelas que nunca se irão desprender da nossa vida. Porque apesar de distantes elas são muito importantes na nossa existência, na nossa vida e serão sempre enquanto existirmos porque de alguma forma contribuiram para o que somos e para a forma como olhamos o mundo que nos rodeia. Elas fazem parte da nossa essência, do nosso crescimento como seres humanos, da nossa bagagem. Então, embora soltas, estão sempre mais perto de nós do que imaginamos. E no nosso coração também.

Ao longo da nossa vida estamos em constante mudança, de vez em quando vamos ao passado respescar o que já não faz falta e que por isso reciclámos, substituindo por algo que num determinado momento nos fez mais sentido. Nisto, é preciso saber voltar ao presente e sabermo-nos resolver, seguir em frente, esteja a malha completa ou incompleta, lutando para que ela seja, tal como nós, um reflexo de um caminho bem trilhado.

Por vezes, associado aos fios soltos estão a arrogância, a hipocrisia e outros tantos adjectivos depreciativos que nos moldam e que vão tirando os fios da malha um por um, até que eles saem todos, a um ritmo tão cortante que nos imobiliza. A grande questão está em saber se vale a pena coser de volta esses fios ou não, ou  até mesmo saber reconhecer até que ponto existe remedeio para algo que se desintegrou. Será possível reconstituir algo de raíz e obter de volta aquilo que se perdeu? Não. Provavelmente não. E embora em muitos dos casos estes adjetivos sejam o escudo que usamos para nos proteger e não para magoar alguém ou nos sobrevalorizarmos perante os outros, fazem com que sejam arrancados, de forma violenta, fios que despontam tristezas de quem não conhece o passado ou a opinião de um pano cuja malha foi rompendo e deixando escapar pontas que fizeram com que fosse ficando diferente, instável, e distante do que foi e já não é, e que não reconhecemos. No fim, já não somos mais malha!

 

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publicado às 20:49

Entrevista no programa Portugalíssimo

por aesperaparavoar, em 19.06.15

Tal como vos dei conta, no passado Domingo estive no ar na Rádio Popularfm 90.9 no programa Portugalíssimo com Zezé Miranda. Aqui fica a entrevista pra que possam ouvir!

Quanto ao desafio "pontas soltas" podem, claro, continuar a participar. Para a semana responderei a todos os comentários e darei prosseguimento ao desafio. Até lá!

 

 

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publicado às 08:20

Desafio: Pontas Soltas

por aesperaparavoar, em 12.06.15

Hoje lanço aos meus leitores e visitantes um desafio. É muito simples. Deixo-vos em baixo dois parágrafos que apelam a um tema que sugere várias interpretações, "Pontas Soltas", e gostava fossem vocês a completar o texto. Podem fazê-lo de duas formas: comentando o que já está escrito e/ou dando a vossa opinião sobre o "tema" ou pegando nestes dois parágrafos e continuando o texto ao vosso jeito.

Arriscam?

Com o passar do tempo há pontas que vão ficando soltas, nas nossas vidas, na nossa cabeça, no nosso coração. E há vidas suspensas em nós, aquelas que deixámos por viver ao tomarmos decisões que nos mudaram o rumo. 

Há pontas que soltamos e das quais nos desprendemos. Por vezes é o melhor. Mas há também pontas que, embora soltas, continuam presas a nós por um fiozinho de nylon.

 

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publicado às 15:06

"On Air" - 90.9 FM

por aesperaparavoar, em 12.06.15

No próximo dia 14 de Junho (Domingo) estarei em direto no programa de rádio Portugalíssimo, ao Sabor das Melhores Ondas para o Mundo via Internet em: Popularfm.com e para a Grande Lisboa e Setúbal em FM 90.9.

Uma entrevista num registo descontraído onde, mais uma vez, darei a conhecer um pouco de mim e do meu gosto pela escrita, e claro, não deixarei de falar deste cantinho que é meu e vosso.

 

Portugalissimo/Popularfm 90.9
Com Zézé miranda e Alfredo Batista.

 

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publicado às 13:33

A pessoa em que me tornei

por aesperaparavoar, em 08.06.15

E se a alguns o tempo traz prosperidade, a mim brindou-me com fatalidades. Tinha de mim a imagem de alguém que sonha como uma criança, que imagina mundos para lá de paredes mágicas e que acredita em varinhas de condão. O tempo tornou-me alheia a tudo isso, ou talvez tenha sido eu a encarregar-me disso e lhe deite agora as culpas. Eu sonhava, sonhava muito. Eu queria ser mais. Mas por entre os sonhos e as vontades afogadas em sentimentos contraditórios, eu esqueci-me de lutar por mim. E desiludi-me. Deixei então que a minha zanga me prendesse a alguém que me impediu de continuar a pintar retratos alegres e me esvaziasse o interior. Foi assim que me tornei uma pessoa vazia, amarga, frustrada e vítima da minha batalha contra mim própria.

 

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(Este excerto foi retirado de uma breve história que escrevi ("Memórias de um dia (in)esperado").

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publicado às 21:20

Revista Notícias Magazine

por aesperaparavoar, em 07.06.15

Pois muito bem, tal como vos tinha dito, cá estou eu na edição semanal da Revista Notícias Magazine desta semana. Podem encontrá-la juntamente com o DN (Diário de Notícias) ou com o JN (Jornal de Notícias) de Norte a Sul do país. Página 16, rubrica "Portugueses Extraordinários". A partir de hoje nas bancas.

Como sempre, espero que gostem!

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publicado às 22:26

Esboços a carvão

por aesperaparavoar, em 07.06.15

És assim, somos assim, ainda que com algumas diferenças. Queremos, sonhamos, esperamos, e o tempo passa. Foram tantas as fantasias, os desenhos que não passaram de meros esboços a carvão, que ficaram à espera que alguém lhes pegasse, lhes desse cor, e uma oportunidade também.
Arrependo-me, sabes? Arrependo-me de não ter tido a audácia de mudar o rumo deste jogo (bem vistas as coisas, o que é a vida senão um jogo?), de não ter sido mais impaciente ao ponto de me cansar de esperar e lutar por ver pintados os retratos que durante anos delineei. E talvez tudo tivesse sido diferente. Talvez houvesse agora a vida que nunca conheci em mim.Talvez, não garanto.

 

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 (Este excerto foi retirado de uma breve história que escrevi ("Memórias de um dia (in)esperado").

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publicado às 12:38

Horizontes

por aesperaparavoar, em 04.06.15

Um dia nós sonhamos e os sonhos parecem-nos impossíveis. É como se vivessem no horizonte onde não temos a capacidade de chegar. Com o passar do tempo esses sonhos vão ficando guardados, no coração, na memória, na vida que ficou por existir. Esperam. Eles esperam apenas uma oportunidade. Esperam que acreditemos neles e que os libertemos. Que os deixemos voar e acontecer. E por vezes somos nós que aprisionamos os nossos sonhos sem nos apercebermos, sem nos darmos conta que o impossível é apenas a desculpa que o nosso subsconsciente arranja para nos poupar de lutar, de nos desafiarmos, de persistirmos, quando, na verdade, tudo isso é vida e faz parte dela. 

Nunca ouviram dizer que as "melhores" vitórias são aquelas que dão trabalho a conseguir? Deixem que os vossos sonhos sejam o horizonte que vos move, e acreditem, com força-de-vontade e dedicação, até as coisas mais possíveis se tornam possíveis. Não estivesse eu aqui agora a escrevervos este post.

Acima de tudo, "desistir" é uma palavra proibida.

 

 

 

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publicado às 22:39

"Grande Tarde", SIC

por aesperaparavoar, em 03.06.15

Hoje estive no programa das tardes da SIC "Grande Tarde" com a Andreia Rodrigues e o João Baião. Fui muito feliz esta tarde! Mais uma experiência muito gratificante que me permitiu chegar a mais pessoas e dar a conhecer estas minhas paixões, a escrita e a comunicação. Agradeço todo o carinho e simpatia com que me receberam, desde as meninas da maquilhagem, ao menino dos cabelos, à produção e aos apresentadores (fantásticos!).

Para quem não viu e quer ver ou para quem quiser rever... Aqui fica o vídeo da minha passagem pelo programa. Espero que gostem!

 

 

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publicado às 21:51


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