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(Re)começar

por aesperaparavoar, em 28.08.15

Por vezes é preciso. (Re)Começar. Terminar um capítulo da vida e começar um novo do início, ou então, recomeçar o mesmo, o que prática implica sempre um novo ciclo. Acho importante que nos renovemos, só assim podemos realmente evoluir e dar passos na direção do caminho que ainda falta trilhar. Todos os dias são uma nova oportunidade, um novo recomeço. É como que uma dádiva com que somos brindados e que nos propõem que nos desafiemos, que arrisquemos hoje ser diferentes daquilo que fomos ontem e que amanhã o façamos também. Recomeçar não significa esquecer o que está para trás, nem sequer ignorar, mas antes dar-nos a nós próprios a possibilidade de nos irmos aproximando dos caminhos que tanto sonhamos alcançar, das metas e dos sonhos que queremos ver concretizados, sem que deixemos o passado impedí-lo.

Não tenham medo das mudanças, como costumo dizer tantas vezes, desafiem-se! Nem sempre começamos da melhor forma algumas jornadas da nossa vida. O verbo recomeçar é um apelo para que nunca desistamos de lutar, para que acreditemos que por mais improvável que possa parecer, estamos sempre a tempo de mudar a nossa história, ou pelo menos parte dela... a que ainda está por escrever. 

 

harry-mark:kradhe:The Blue Lagoonbest movie

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publicado às 20:48

Voando pela vida

por aesperaparavoar, em 26.08.15

Há vida dentro de mim. Vivo-a com a intensidade com que costumo sentir as palavras, os gestos, os sorrisos e os olhares. Cada passo meu busca um caminho. Se por vezes não sei qual o caminho a escolher ou como chegar até ele, outras há em que tenho a certeza de que os meus passos são os certos. Foi por entre caminhos longos e algumas mudanças de rumo que me cruzei com pessoas que fizeram de mim alguém mais feliz, com mais para dar e com abertura para receber o que a vida e os outros têm para me oferecer. Aprender a confiar é um exercício que demora, uma caminhada em nada breve, que apresenta os seus percalços. Aos poucos vou confiando em mim e acreditando que a vida é mais leve se levada a sorrir, se nos permitir-mos dar e receber. Gosto do movimento da minha vida, gosto de viver por entre planos e coisas nada planeadas. Sentir a brisa... ter consciência de que o caminho é meu e ninguém o fará por mim, e por isso arriscar. Ir. Fazer. Sonhar e concretizar.

Faz tudo parte de aprender a conviver com quem somos e com quem nos rodeia. São desafios que a vida nos lança e que precisamos de agarrar. São coisas, por vezes pormenores, mas é o que nos faz ser felizes, mesmo quando a felicidade parece estar escondida algures. E é esta meia complexidade da vida que me fascina e que me motiva, que me faz querer abrir as asas e voar. E vou voando, tal e qual borboleta. 

 

 

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publicado às 17:40

Falemos de... #13 | As minhas "férias"

por aesperaparavoar, em 26.08.15

Estou de volta! 10 dias depois, aqui estou eu para desvendar um pouco do que se passou. Não foram própriamente "férias", mas foram 10 dias de muitos sorrisos e de aprendizagem, longe da família, dos amigos, de casa e das rotinas. Longe do mundo, mas sempre na vida real. Durante os últimos 10 dias embarquei numa aventura chamada "Campinácios". Os Campinácios são Campos de Férias no âmbito da "missão" Inaciana nos quais se incluem participantes  do 5º ano 12º ano (orgazinados por escalões e assim em diferentes campos) e animadores oriundos dos 3 colégios da Companhia de Jesus em Portugal (Colégio das Caldinhas, Colégio São João de Brito e Colégio da Imaculada Conceição). Estes campos relacionados em tudo com a Pastoral não são apenas campos onde se promove a fé. Os campinácios são uma oportunidade para desenvolver a fé mas também para nos conhecermos melhor a nós e aos outros, para experenciarmos a felicidade dos pequenos gestos, da simplicidade, dos sorrisos, para aprofundarmos a confiança com que vivemos e nos desafiar-mos. 

Este ano, já no 11º ano, fui caloira dos Campinácios e senti-me profundamente agradecida por ter tomado a decisão de ir e viver esta experiência. Foram 10 dias onde não só me aproximei de mim e dos outros, mas também me diverti imenso. De sorriso constante no rosto conheci pessoas que me encheram o coração e que durante aqueles dias foram a minha família, 24 horas por dia. 

Entre as muitas atividades que fizémos relembro com especial caminho a grande caminhada que empreendemos de Ribeira do Conde até à Lousã. Um momento onde surgiram conversas especiais e onde o cansaço foi sendo esquecido pelas amizades que se estavam a formar. No dia seguinte, depois de sermos acolhidos pelos Bombeiros da Lousã e de lá pernoitarmos, iniciámos uma caminhada da pobreza. Fomos deixados logo de manhã, organizados em grupos de 5 pessoas, ao longo de vários locais da zona e foi-nos dito que teríamos de "sobreviver" até às 16 horas, sendo para isso necessário arranjarmos comida e bebida. O pequeno-almoço e o almoço, pelo menos, deveriam ser conseguidos junto da população, para tal ajudariamos com o nosso trabalho ou apenas com uns minutos de conversa. Em troca, apenas pedíamos algo que nos permitisse aguentar até ao fim da atividade. O resultado foi surpreendente! Depois de mais uma caminhada até aos locais com maior população, demos por nós a apanhar feijão seco com a D. Palmira e, minutos depois, a conversar e a rir com uma outra D. Palmira e com a D. Ana Maria. Foram elas que, naquele dia fizeram a nossa manhã e nos mostraram que não é preciso muito para se viverem momentos de pura alegria. Foram também elas que prontamente nos cederam água, leite, tostas, queijo, fruta, salsichas, pão, sopa e muito carinho. Foi disso que nos alimentámos até às 16h00, hora marcada para que o grupo se reunisse de novo. E chegámos ao fim cheios... de vida, de paz, de agradecimento, e sem fome!

Estes e outros momentos como estes, desde os banhos no rio até às partilhas e aos serões pela noite dentro, fizeram desta uma experiência única e muito feliz.

 

P.S.: Mais sobre os Campinácios aqui.

 

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publicado às 10:09

Até já...

por aesperaparavoar, em 16.08.15

Pois muito bem, chegou a minha vez, digo, a minha vez de ir de férias... se bem que estas vão ser umas férias muito diferentes do padrão normal, até porque vou estar completamente desligada de tudo o que é tecnologia (onde se insere a internet - blogue, facebook, mail, instagram). Mas... quando voltar prometo contar-vos tudo (ou quase) desta aventura!

Entretanto:

- Amem muito;

- Riam muito;

- Bronzeiem muito (se o tempo assim permitir);

- Aproveitem a vida e sejam MUITO felizes!

Da minha parte... até daqui a 10 dias...

 

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publicado às 07:07

A viagem

por aesperaparavoar, em 13.08.15

Olho para trás num retorno ao meu passado. Não sou refém do  passado, mas foi ele que ditou muito do que sou. Foi nele que me construí e é a bagagem que trago comigo. Uma mala recheada de coisas boas e menos boas. Algumas verdadeiramente infelizes, mas foram sobretudo essas que me obrigaram a conhecer a força que tenho dentro de mim. Foi graças aos momentos difíceis que aprendi a dar mais valor aos pequenos gestos, às palavras ditas em silêncio, muitas vezes através do olhar, e claro, dos sorrisos, das gargalhadas genuínas que a vida nos permite.

É passado, inclui umas coisas melhor resolvidas do que outras, mas as pontas soltas vão sendo rematadas com o tempo, ou então, vão-se desapegando da malha, ainda assim, de vez em quando não resisto... perco-me nas  memórias de uma menina que, embora insegura, sempre soube muito bem o que queria. Uma viagem que acaba por nunca ser breve, não ouvessem tantas questões suspensas pelo passar do tempo, pelo que ficou por dizer ou fazer, e até pelas pessoas que por um ou outro motivo foram saíndo da nossa órbita. As lembranças, só por si, fazem-me parar e por momentos quase que volto a ser aquela menina outra vez. E o passado torna-se presente... O cheiro da terra remexida e os pés pretos de andarem descalços. O sorriso desinteressado de quem levava uma vida descomplicada. O brilho no olhar e a vontade de estar constantemente em movimento. O desconhecimento dos problemas e da sua dimensão. A inquietude de quem tem uma vida pela frente e sonhos para concretizar. A ingenuidade de quem ainda acredita em contos de fada, embora sempre tenha desconfiado deles. O desejo desenfriado de viver simplesmente porque a vida é bela. 

Saudades? Tenho muitas, mas não voltava atrás! Já vivi, já senti, já cheirei e saboreei. Já tive, já fui. Já passou. É claro que há sempre uma tendência de querer voltar e mudar as coisas, mas não é assim que a vida funciona, muito menos depois das nossas escolhas e decisões já terem influenciado tudo o que veio a seguir. É esse o desafio. Viver, com tudo o que isso implica.

Agora sigo o caminho para o qual a vida me foi encaminhando e que eu própria fui traçando, em parte. Um pouco daquela menina continua vivo em mim, o resto, vem na mala. E fora as lembramças, continuo em viagem, pela vida. 

 

 

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publicado às 20:20

In "O Primeiro Voo" #1

por aesperaparavoar, em 10.08.15

Não tenho dúvidas que toda esta caminhada, ainda que se possa revelar muito cheia de imprevistos, me fará bem. Necessito de um tempo para mim, às vezes faz-nos bem um tempo a sós, connosco. Preciso de deitar fora tudo o que não presta ou está a mais, e até mesmo o que já há muito quero ver longe de mim mas que, impreterivelmente continua vivo: memórias, sentimentos, lágrimas. Desapegar-me e desprender-me, deixar sair do meu íntimo tudo aquilo que já não me faz falta e permitir que fiquem comigo os sorrisos, as lembranças, os desejos e as pessoas que fazem parte de quem sou. É isso que espero desta viagem. Soltar-me de mim, das desilusões e momentos menos felizes do passado, incluindo também as paixonetas mal sucedidas que até agora só me deram razões para duvidar do amor e pensar que não nasci para amar nem para ser amada.

Sou feita de fantasias. Crio ilusões facilmente, de tal forma que algumas acabam por se tornar deceções mais tarde, outras protegem-me da realidade menos alegre. Sempre fui uma pessoa de vontades e de sonhos, muitos sonhos, sonhos de várias cores e feitios, uns bastante coloridos e outros exclusivamente delineados por cores neutras. Outros ainda são somente esboços, mas todos eles me fazem ter vontade de “voar”.

Num breve instante faço o balanço destes dois dias, relembro-me que, de certa forma, foram eles que mudaram o rumo da minha vida.

Suprimo-me das reflexões e desfaço-me de todos os pensamentos, baldeados uns nos outros. Descontraio. Agora estou aqui por inteiro, neste quarto que não me pertence, o mais barato que arranjei na zona.

 

 

Nota: O romance O PRIMEIRO VOO encontra-se disponível para venda em várias livrarias do país, bem como online, nomeadamente nas livrarias FNAC, Bertrand e WOOK. Caso o livro não esteja disponível de momento é possível encomendar.

Podem também adquirir exemplares comigo, e nesse caso o livro seguirá por correio, já autografado. 

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publicado às 21:04

Eu li e recomendo #1

por aesperaparavoar, em 07.08.15

Ora, eis que chega uma nova rubrica ao blogue, desta vez dedicada à leitura. Não prometo que seja uma rubrica semanal, quinzenal, mensal, enfim... prometo apenas partilhar convosco algumas sugestões de leitura à semelhança do que já acontece na coluna lateral do blogue ("De momento estou a ler"), que acaba por ser já uma partilha das minhas leituras. 

Como já confessei num post anterior, apesar de adorar ler, durante a época escolar nunca tenho o tempo necessário para o fazer, pelo menos não tão frequentemente como gosto, por isso aproveito sempre as pausas letivas para pôr as leituras em dia.

A semana passada comecei a ler Objetos Cortantes.  Já tinha ouvido falar imenso da escritora americana Gillian Flynn (a autora deste livro), sobretudo pelo sucesso que foram os seus best-sellers mundiais Em Parte Incerta e Lugares Escuros, por isso quando o vi na FNAC não resisti a trazê-lo comigo. Li-o em 2 dias, e não, não foi apenas porque leio rápido. Este é um livro em que a leitura é fluída e há sempre algo que desperta a vontade do leitor de querer saber mais, principalmente no que diz respeito à protagonista, uma jornalista de Wind Gap cuja relação familiar é conturbada e que se dedica à cobertura de casos policiais para o pequeno jornal Daily Post, em Chicago (para onde entretanto se mudou). Ao longo deste romance Camille Preaker é obrigada a regressar à sua terra natal e é lá que vai descobrir um passado sombrio e um presente ainda mais avassalador. A primeira parte do livro é mais calma, mas depois, lidas as primeiras páginas, somos confrontados com revelações que nos fazem começar a mergulhar na história com ainda mais entusiasmo, traços psicológicos de Camille e da sua família como, por exemplo, a incrivél tendência da jovem jornalista para se automutilar. 

Gostei da forma como Gillian geriu a história e encaminhou as personagens. Não é por acaso que Objetos Cortantes foi o vencedor do Dagger Award e foi nomeado para o Edgar Award de romance de estreia, escolha da BookSense e da seleção de Descobertas da cadeia de livrarias Barnes & Noble.

De forma geral, gostei bastante do livro e tenciono ler os seus outros dois livros (mencionados acima). Aliás, estou bastante curiosa para o fazer e para perceber realmente que tipo de escritora é Gillian Flynn, contudo, como gosto de ir variando os autores, não vou lê-los para já. 

 

 

"Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas.
Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade.
Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa."

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publicado às 13:24

Falemos de... #12 | Mandalas de Mindfulness

por aesperaparavoar, em 04.08.15

Hoje na nossa rubrica falo-vos de algo diferente do que é habitual. Pois é, hoje não é a escrita a anfitriã, mas sim a pintura. Desde miúda que gosto de pintar, quer em papel, com lápis de cor, quer em barro, com tinta. Na verdade sempre gostei imenso de trabalhos manuais, embora não tenha um talento por aí além para eles. Faço-os quando tenho tempo e em forma de hobby. 

Em Junho, aquando do meu aniversário, a Sara (que me conhece como pouca gente) decidiu oferecer-me um livro com imagens para colorir e um conjunto de lápis de cor. Tivesse eu um 7, ou 8, ou 9 anos acho que nunca mais me viam até ter o livro todo pintado e a caixa de lápis reduzida a metade. Tenho 17 e confesso que achei um pouco estranho este presente agora, visto que a fase de miúda já lá vai. Contudo, depois de perceber tudo o que estava por detrás deste "simples" livro mudei totalmente de opinião.

O livro de que vos falo, "Mandalas de Mindfulness", é um livro com intuito anti-stress. Tal como é referido na contracapa pode ser usado como exercício de relaxamento, meditação ou puro passatempo. Enquanto estamos a pintar, consequência também da complexidade dos desenhos, é impossível pensar em problemas ou quaisquer outras coisas que nos incomodem, pois acabamos por estar completamente focados em colorir as ilustrações. E ao contrário do que se pensa, e do que eu própria pensei, não é (só) uma coisa para crianças, é adequado a todas as faixas etárias.

Atualmente este tipo de livros já tem alguma popularidade, de maneira que é fácil encontrá-los numa livraria ou até mesmo hipermercado. 

Deixo-vos o livro que recebi e duas das ilustrações pintadas por mim. Experimentem!

 

 

 

1.JPG

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publicado às 18:48

Mudanças

por aesperaparavoar, em 03.08.15

Pergunto-me onde estarás. As lembranças confundem-se com os sentimentos e fazem-me sentir que te perdi. E perdi. Ou será que nunca te tive?!

Tenho pensado em ti e sinto a tua falta. Num dia eras o meu maior pilar e no outro foste embora.

Tantas conversas, tantos sorrisos, tanta cumplicidade, tudo reduzido a um passado que eu ainda tenho dificuldade em deixar para trás.

Devo dizer-te que, estejas onde estiveres, é bom que saibas que te amei. Não vou dizer que não sei viver sem ti, porque sei. Mal de mim se eu não soubesse. Mas é verdade que não estou tão feliz agora, e que uma parte de mim continua a mergulhar nos momentos que vivemos a dois. 

É incrível como a vida se revira tão fácil, e como ela exige que sejamos fortes e nos adaptemos às mudanças. 

 

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publicado às 12:23

Para ti, com todo o meu amor

por aesperaparavoar, em 02.08.15

Recordo cada detalhe de ti. As recordações fazem-me esboçar um sorriso. Estou tão agradecida por te ter conhecido.

Tem dias em que saudade é tanta que o coração se sente apertado, pequenino demais. Tu já não estás aqui ao pé de mim, mas, eu tenho-te em mim. E não imaginas como fico feliz por ter tido oportunidade de te ter na minha vida. Só isso já me permite apaziguar o vazio que sinto pela falta que me fazes. É... Eu preencho-o com as tuas gargalhadas, com o brilho do teu olhar, com o calor que as tuas mãos me transmitiam, com os abraços demorados e os mimos que me faziam sempre sentir uma garota pequena num colo tão aconchegante como o teu. Memórias doces que guardo em mim. Lembranças que continuam tão presentes, mesmo tendo passado já tanto tempo. São elas que tornam a distância que nos separa um pouco mais suportável, e que me fazem ter a certeza de que, embora longe, continuas viva no meu coração.

O amor não morre nunca, muito menos este amor que sinto por ti - por quem foste (sobretudo por quem foste para mim), e por todos os momentos que partilhámos. 

Obrigada,

por teres sido forte até ao fim,

pelas lições que me ensinaste mesmo sem saberes,

pela felicidade com que sempre me abraçavas,

pelo carinho e ternura com que os teus olhos me olhavam,

pela doçura das tuas palavras,

pelas gargalhadas com que brindaste,

e por todos os sorrisos que me roubaste,

pelo aconchego do teu colo, 

e pela paciência com que brincavas comigo. 

Não me esqueço,

guardo tudo isto no meu coração e na pessoa que sou,

"isto" que, no fundo, não é mais do que amor.

 

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publicado às 18:29


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