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Costuma-se dizer que por vezes é preciso perder algo ou alguém para que se dê a esse algo/alguém o devido valor, a isso eu acrescento que, às vezes, também é necessário parar para que depois se possa recomeçar de novo ou seguir caminho. Na nossa vida temos momentos de pura felicidade e outros de tremenda tristeza e até mesmo revolta, dias excelentes que terminam com a sensação de que vivemos realmente naquele dia e outros que culminam com um travo amargo, com o sentimento de que faltou mais vida, faltaram sorrisos, faltou dar de nós. Às vezes, no meio de tantos dias, é preciso parar. Este "parar" não se sucede necessáriamente a momentos menos bons da nossa vida, acontece por muitos outros motivos, e porque às vezes é efetivamente preciso parar um pouco. Quantas vezes olhamos à nossa volta e não vemos realmente o que nos rodeia? Quantas vezes ouvimos os outros sem realmente percebermos o que nos querem transmitir? Quantas vezes, no meio do nosso dia-a-dia agitado tiramos um momento só para nós, para nos ouvirmos, para nos mimarmos, para nos resolvermos connosco mesmos?!

Estive ausente do blogue durante alguns dias. O blogue é um cantinho pelo qual tenho imenso carinho e que gosto de manter sempre atualizado, contudo, nestes dias, senti que precisava de quebrar rotinas, de arriscar, de me desafiar. Foram dias em que, na verdade, não parei, mas em que aproveiter para colocar as ideias em ordem e para me resolver comigo mesma. Às vezes é preciso, sabem?! 

 

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publicado às 15:25


4 comentários

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De Ana Ribeiro a 26.11.2015 às 15:48

Querida Ana, já tinha saudades de ler os teus textos.

De facto a perda de alguém leva-nos a repensar em imensas coisas, muitas vezes recomeçar. Vivi isso este ano com a morte da minha avó materna.

Mas a vida continua. Muitas vezes sentimos realmente necessidade de fazer uma pausa, uma espécie de retiro para encontrar novos caminhos. E isso faz tão bem. :)

Gostei do texto e de saber que estás de volta.

Um beijinho :*
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De aesperaparavoar a 26.11.2015 às 15:49

Obrigada querida! Um beijinho grande**
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De Susana a 27.11.2015 às 11:58

Quantos livros é que já vendestes? O Primeiro Voo e o Diário de Filipa - Peças de um Puzzle? Reparei que, através de contactos meu, na Wook e na FNAC, que não tem tido muito sucesso de venda. É verdade? Não envies nenhum email, responde por aqui. Mas um deles, na Wook, tem uma campanha e mesmo assim o teu livro não se vende; afinal, o que é que falhou? Tens de arranjar um promotor de venda, de outro modo, o teu livro não pode ser massificado e deixar de ficar na 1ª edição. Eu vou ler este livro: Diário de Filipa - Peças de um Puzzle e depois digo-te qualquer coisa; mas atenção eu não vou apostar na compra, até porque eu não posso apostar na compra de um livro sem grande aceitação de mercado ou sucesso de vendas, o que não é o caso. Vou pedir emprestado à Biblioteca Municipal de Coimbra. Pode ser que um dia destes, possamos estar juntas para falarmos de ti, dos teus livros e dos sucessos e fracassos. Beijos. Susana Reis
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De aesperaparavoar a 28.11.2015 às 16:43

Olá Susana!
Editar um livro não é fácil e envolve vários procedimentos, de certeza que o sabe, mais difícil ainda é conseguir que o livro tenha sucesso quando se é jovem e anónima/o, quando não se tem um nome que as pessoas tenham como referência ou um público específico. As ofertas no mercado livreiro são mais que muitas e muitos dos leitores não arriscam em autores desconhecidos. Não quero dizer com isto que escrevi dois livros excelentes que não têm tanto sucesso como muitos outros porque sou desconhecida, mas, pelos feedbacks que recebi de quem os leu, sei que valem a sua edição. Os meus livros surgiram espontâneamente. Nunca pensei na minha vida editar e, quando era miúda, apesar de adorar ler, não gostava nada de escrever. O prazer da escrita enraizou-se em mim com o passar do tempo e os meus livros são um testemunho dessa minha paixão pelas palavras, que não é de sempre, mas, para sempre. Divulguei-os o tanto que pude. Provavelmente poderia ter feito ainda mais e melhor. Tenho 17 anos e muito ainda para aprender. Digo-o com a humildade de quem reconhece que ainda há muito caminho pela frente. Fiz o que pude, com os meios que consegui e nas condições que a minha vida pessoal me foi permitindo.
No 1º livro irá encontrar uma escrita jovem, ainda que já algo madura, própria de quem editou aos 13 anos. Uma história simples, num registo descontraído. No 2º encontrará com toda a certeza uma escrita já mais madura e evoluída, bem como uma história que já exigiu muito mais de mim e exige também do leitor.
Um beijo

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