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Note to Self

por aesperaparavoar, em 04.11.16

Às vezes tens de arriscar mesmo sem certezas. Tens de te atrever a sair do lugar, a caminhar em frente, mesmo que não saibas bem até onde o caminho te irá levar, e que dentro de ti um turbilhão de sentimentos te faça duvidar. Na dúvida, vai. Há momentos em que tens de sair da tua zona de conforto. Em que tens de arregaçar as mangas e tomar a decisão de fazer acontecer. Não esperes que alguém o faça por ti. Toma uma atitude. Vais ser constantemente obrigada a tomar decisões e nem sempre podes deixar que seja o tempo a mostrar-te qual é a correta.  Tens de ter coragem e força. Tens de aprender a equilibrar-te. Não precisas de ter todas as respostas nem de fazer tudo do jeito certo, muito menos de agradar a toda a gente. Tens de te sentir em paz, de te resolver contigo e com a vida, e muito importante, tens de dar valor, ao que tens, e sobretudo a quem tens ao teu lado. Tens que descomplicar e seguir, mesmo podendo não dar certo, mas acreditando sempre que sim. E se em algum momento não estiveres bem, muda. 

 

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publicado às 22:49

Londres

por aesperaparavoar, em 17.02.15

Aqui está a explicação para a minha ausência nos últimos dias. 

Fevereiro prometia ser um mês de grandes emoções e tem sido. Os primeiros dias do mês foram preenchidos com testes e avaliações, tudo para que a "primeira ronda" ficasse completa antes da viagem. A tal viagem. A viagem que já há muito ansiavamos e que veio substituir os festejos de Carnaval. A viagem a Londres. 

Foram 5 dias. Intensos. Passaram a correr, mas foram óptimos para quebrar o ritmo. Cheios de emoções, experiências, aventuras, (sor)risos, amigos e, claro, muitas fotografias para um dia recordar (com saudades!). 

Uma viagem que serviu para renovar energias e esquecer alguns pormenores que já mereciam descanso. Cheguei ontem já na reta final do dia, com um sorriso no rosto.

Foi uma viagem cansativa mas cheia de coisas boas!

Quem sabe não esteja encontrado o cenário do próximo livro...

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publicado às 22:20

IR

por aesperaparavoar, em 24.01.15

Por vezes é o melhor remédio. Ir. Sem hesitar. Não se trata de fugir, trata-se apenas de deixar para tráz aquilo que não vale apena que se mantenha connosco ou então manter tudo igual e sair por uns tempos do ciclo que, a dada altura, se gera nas nossas vidas. 

Às vezes sinto uma enorme necessidade de ir. Sair da minha rotina, da minha zona de conforto, que por vezes também se torna desconfortável. 

Não tenho muitos sítios para onde ir, mas há muitos lugares onde eu gostava de ir, de estar, de conhecer. Talvez um dia. Talvez um dia possa agarrar numa mochila e ir por esse mundo fora. Ver tudo aquilo que hoje me parece tão distante (às vezes um pouco irreal). E o mundo é tão grande (ainda que que por vezes se torne pequeno) que é uma pena se tivermos de ficar sempre no mesmo sítio. E claro, sonhar não custa.

 

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publicado às 21:47

Uma apresentação... diferente

por aesperaparavoar, em 18.09.14

Hoje numa das minhas aulas solicitaram que me apresentasse, mas de uma forma diferente e... original! Já estou no 11º ano e nunca, em momento ano algum, um professor me tinha pedido que me apresentasse como se eu fosse um veículo, sim... um veículo! A ideia é estranha, mas parece-me que resultou bem. Seguindo as indicações que me foram dadas, deixo-vos a minha apresentação.

 

Pediram que me apresentasse, normalmente não sou boa neste tipo de tarefas, mas... vou falar-vos um pouco de mim. Chamo-me Ana e sou um triciclo. Sou um triciclo jovem, ansioso por trilhar novos caminhos, conhecer crianças com quem possa partilhar um pouco daquilo que já vi e aprendi. Sou preto e branco, uns dias sinto-me cansado, desanimado e sem vontade de ir, para onde quer que seja. Outras vezes eu tenho vontade de ir, mesmo que eu não saiba para onde, quero ir, arriscar, seguir em frente e superar-me. Sou um triciclo pequenino, e às vezes sinto-me pequenino, não só porque o sou verdadeiramente, mas porque o mundo parece tão grande e eu, pequeno, anafado e ingénuo, sou tão pequenino. Contudo, não me deixo intimidar! Venho de um passado atribulado, uma estrada de terra batida que às vezes ainda sou obrigada a ultrapassar, no meio dos meus passeios pelo alcatrão. Venho na ansiedade do que ainda posso viver e, eu sei, ainda posso viver muito mais do que isto. Agora estou em viagem, já passei por sítios tristes que me fizeram sentir que precisava de parar e repensar a minha viagem, mas também já passei por localidades felizes que me fizeram querer explorá-las e, com as suas paisagens fizeram com que eu tivesse vontade de compartilhar com os outros aquilo que os meus faróis viam. Por algumas vezes precisei de ser amparada, já tive vários acidentes, mas cada vez mais acredito que tudo isso fez de mim o que sou hoje, uma pessoa feliz, mas com marcas, cicatrizes que o tempo deixa em nós, umas mais felizes do que outras. E os meus faróis brilham de cada vez que penso que, no futuro, eu posso seguir por um caminho melhor, e que ainda há tanto para ver. Neste caminho já vi pessoas que me fizeram querer ficar e que eu gostaria de ter sempre comigo, outras tentaram pôr-me à margem, jogar-me para fora de circulação, e algumas ainda mostraram-me ainda melhor o caminho e aconselharam-me a não ter medo de o seguir. Um dia vi uma pessoa especial, que se atravessou na estrada num dia em que eu estava decidida a estacionar e ficar parada durante algum tempo, mas essa pessoa, de tão especial, fez-me perceber que eu não devia parar mas sim seguir em frente e ir mais longe. Assim fiz, e agora estou aqui, neste pôr do sol sagrado para mim, que me aconchega, me transmite calma e me faz querer ir ainda mais longe no horizonte. É aqui que paro para me renovar, para reparar alguma peça que os precalços do caminho deitaram abaixo. É aqui que me encontro, e por vezes me descubro. E no futuro eu irei, não sei ainda para onde, mas sei que não ficarei parada a assisitir aos outros triciclos a andarem e eu não.

 

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publicado às 17:59


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