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Tenta sempre mais uma vez. Por ti. 🦋

por aesperaparavoar, em 25.02.17

Não tenhas medo de ser quem és, como és. Não tenhas vergonha dos teus sonhos, nem desistas deles mesmo que te digam que não és capaz. Ao longo da tua vida muita gente vai tentar desmoralizar-te, dizer-te que não não irás conseguir, que já é tarde ou que deves desistir. Muitas vão ser as pessoas que não vão acreditar em ti e que vão tentar fazer-te duvidar também das tuas capacidades. Quando isso acontecer, independentemente da razão ou das razões, não desistas de acreditar, porque nada na vida é em vão, porque és mais forte do que pensas, porque tudo acontece quando tem de acontecer, embora por vezes isso nos pareça uma eternidade. Tenta sempre mais uma vez. Só por ti. Porque tu mereces e porque os outros podem não acreditar, mas TU acreditas. Insiste, confia, e se caíres, terás de aprender a levantar-te.

 

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publicado às 20:24

Voltas e mais voltas

por aesperaparavoar, em 14.10.15

São muitas as voltas que a vida dá. Dizem que o tempo faz milagres, que cura tudo, mas, custa-me a acreditar que assim seja. O tempo não cura, quanto muito, o tempo ajuda a que as cicatrizes comecem a ser atenuadas e que as encaremos com outro olhar. Sim, porque a forma como olhamos para as coisas, como encaramos a nossa vida e aquilo que faz parte dela tem tudo a ver com a maneira como vivemos cada dia. 

A vida dá voltas e cambalhotas, umas vezes também segue a direito, mas, nunca por muito tempo, porque depressa se encontram curvas e sentidos opostos que nos obrigam a repensar o caminho e que nos estimulam a ultrapassar obstáculos e a superar aquilo que julgávamos nunca ser capazes de superar. 

Aprendi que o medo nos afasta dos nossos objetivos. Nos atira para longe da estrada e nos prende na certeza de que não vamos conseguir. Por isso, aprendi também a não lhe dar ouvidos, a não deixar que ele fale mais alto do que o meu desejo de continuar a caminhar, de concretizar, de tornar possível o que parecia impossível. E acordo todos os dias com a convicção de que a vida dá "voltas e voltas" e que tantas voltas nem sempre me permitem fazer tudo do modo como eu deliniei, mas que, com  força, fé, foco, determinação e muita persistência, o impossível torna-se possível e o que parecia ser apenas um sonho torna-se presente, numa surpreendente lição de que, não basta sonhar, é preciso acreditar e persistir. 

 

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publicado às 14:39

Falemos de... #14 | Salto de paraquedas

por aesperaparavoar, em 08.09.15

Não é por acaso que este blogue se chama O Diário De Uma Borboleta. Desde muito pequena que, ingénua, tenho o sonho de voar, tal e qual borboleta.

A primeira vez que andei de avião senti um pouco como se fosse voar e delirei. Achei que era o máximo poder estar acima das nuvens e ver o mundo cá em baixo, e só depois descobri que gostava de ir ainda mais para além daquilo. Queria saltar de paraquedas e sentir, eu mesma, a sensação de voar e de estar lá em cima, mas desprotegida do conforto do avião, tal e qual pássaro ou borboleta. Tinha 13 anos e nunca mais me esqueci. Saltar de paraquedas tornou-se um sonho, um sonho muito especial. 

Para ser sincera, sempre fui pouco dada a medos. Tenho alguns receios, mas não tenho medos em concreto. Adoro desportos radicais e tudo o que se lhes assemelhe. Gosto de sentir adrenalina e de não me deixar afetar por medos nem "e se's" (acho que nisso saí um pouco ao meu pai, que também gosta destas coisas!). 

Depois de muitos anos a falar nisto, o meu pai decidiu oferecer-me, como prenda de aniversário, um salto de paraquedas. Fiquei feliz da vida! Fiz anos em Junho e o salto foi marcado para o dia 6 de Setembro (domingo passado), e eu não via a hora desse dia chegar... Mas ele chegou!

Desde que cheguei ao aeródromo de Évora, onde se encontra localizada a Skydive, que senti uma felicidade enorme. Depois de me equipar e de uma pequena aula com o meu instrutor, o Pedro, percebi que estava na hora de voar e senti-me com um misto de descontração e adrenalina que não consigo descrever. Estive sempre ali com o intuito de me divertir e nunca me vieram à cabeça outros cenários. 

Depois de 20 minutos de subida até aos 4200 metros de altura e de termos até visto um tornado lá de cima, chegou o momento de saltar. O meu pai também saltou (foi muito bom poder partilhar este momento com ele), aliás, foi o primeiro a saltar por motivos técnicos, e só depois, cerca de 30/40 segundos, saltei eu... É indescritível a sensação de ficarmos sem chão, de nos atirarmos e depois, quando o paraquedas abre, aquele momento de silêncio total... parece que somos apenas nós e o mundo, e sente-se uma paz, uma alegria que não consigo transcrever por palavras. Senti-me a voar e adorei. Gostei sobretudo do momento em que o Pedro (não podia pedir melhor instrutor) me deixou ser eu a comandar o paraquedas, foi inédito e sei nunca mais me irei esquecer. Diverti-me imenso e fui muito feliz durante todos aqueles minutos no ar. Tenho plena consciência de que não pensava duas vezes em repetir novamente esta experiência, aliás, tenho quase a certeza de que isso irá acontecer um dia mais tarde.

Desafio superado, aprovado e recomendado! 

 

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publicado às 09:35

IR

por aesperaparavoar, em 24.01.15

Por vezes é o melhor remédio. Ir. Sem hesitar. Não se trata de fugir, trata-se apenas de deixar para tráz aquilo que não vale apena que se mantenha connosco ou então manter tudo igual e sair por uns tempos do ciclo que, a dada altura, se gera nas nossas vidas. 

Às vezes sinto uma enorme necessidade de ir. Sair da minha rotina, da minha zona de conforto, que por vezes também se torna desconfortável. 

Não tenho muitos sítios para onde ir, mas há muitos lugares onde eu gostava de ir, de estar, de conhecer. Talvez um dia. Talvez um dia possa agarrar numa mochila e ir por esse mundo fora. Ver tudo aquilo que hoje me parece tão distante (às vezes um pouco irreal). E o mundo é tão grande (ainda que que por vezes se torne pequeno) que é uma pena se tivermos de ficar sempre no mesmo sítio. E claro, sonhar não custa.

 

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publicado às 21:47

"Tenho em mim todos os sonhos do mundo"

por aesperaparavoar, em 18.01.15

Ai não que não tenho! E olhem, são muitos!Tenho-os todos guardados no seu devido lugar, à espera que eu ache que é o momento certo para investir neles. Gosto de fazer as coisas o melhor que sei e de dar tudo de mim para que assim seja, por isso, quando traço uma meta luto para a cumprir até sentir que esgotei todas as possibilidades. Sempre fui assim. Muito determinada quanto ao que quero. Há muita coisa que o tempo trouxe por acréscimo, coisas que eu nunca imaginei nem sonhei, mas agradeço cada uma delas, no geral foram todas surpresas agradáveis (é claro, também houve várias surpresas menos boas, mas essas deram-me e ainda hoje me dão força para continuar a lutar). Agradeço-me muitas vezes por ter esta "mania" de nunca deixar de tentar e de insistir naquilo em que acredito. De tentar sempre ver para lá do óbvio. Agradeço também o facto de continuar a acreditar que tudo se consegue, embora umas coisas mais facilmente que outras, e que os sonhos são um incentivo para a sua concretização. Sorrio. Acredito que ainda há muito mais para viver, para aprender e para sonhar! E quem sabe em breve vos traga algumas novidades...

 

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publicado às 18:47

... E que jeito que dava às vezes poder voar. Poder ver o mundo de outras perspectivas. Poder fugir para recantos onde ninguém nos pudesse roubar do nosso espaço, do nosso tempo. E que bom que era poder ter um momento completamente a sós connosco mesmos, já que com a correria do nosso dia-a-dia por vezes isso acaba por não ser possível. Não sou louca, pelo menos não sou muito louca, mas falo muitas vezes sozinha, de propósito. E mais, agradeço que ninguém ouça os meus desabafos quando estou a falar sozinha. Quando falo comigo mesma tento ver as coisas de outra perspectiva, tento ir mais além e olhar no horizonte, perceber até que ponto os meus actos correspondem aquilo que eu realmente quero e preciso, até que ponto é que estou a agir bem, e por vezes tento explicar-me as coisas como se estivesse a vê-las de fora, expôr as várias perspectivas e tentar avaliar cada uma delas sem preconceitos. Às vezes isso não é fácil, não mesmo, mas é algo que me ajuda imenso. E embora por vezes eu preferisse voar e refugiar-me num sítio só meu, eu continuo aqui, a lutar por aquilo em que acredito.

 

 

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publicado às 22:02

A vida

por aesperaparavoar, em 01.08.14

Antes eu costumava fazer planos, muitos planos.

Achava eu, ingénua, que podia controlar a vida ao pormenor.

Com o tempo eu percebi que a vida não se deixa controlar,

Ele surpreende-nos quando menos esperamos, sem nós estarmos a contar.

 

Hoje não faço planos de nada, 

Deixo a vida correr.

E não espero nada de ninguém,

Porque as pessoas têm o dom de nos surpreender.

 

Assim, vivo um dia de cada vez.

Luto pelo o que eu acho que vale a pena lutar,

E sonho, sonho para concretizar.

 

Sou feliz à minha maneira.

Uns dias mais que outros, confesso,

Mas o importante é que continue a sorrir,

E isso, é tudo o que eu peço.

 

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publicado às 21:12

Sonhos

por aesperaparavoar, em 23.07.14

Sou feita de sonhos, muitos sonhos, e acho que eles são um incentivo enorme para depois corrermos atrás deles e tentarmos torná-los realidade. Na minha vida já cumpri alguns sonhos, entretanto outros ficaram pelo caminho. Não desisti deles, apenas percebi que não eram realmente sonhos, eram apenas vontades momentâneas. Imaginem que quando era pequena eu tinha o sonho de ter um jardim zoológico! Hoje tenho três cadelas e só eu sei o trabalho que elas dão, quanto mais uma catrefada de animais de todas as cores, tamanhos e feitios... Foram este tipo de sonhos que abandonei, por perceber que não eram realmente viáveis e porque alguns deles eram apenas caprichos que não iriam contribuir em nada para a minha felicidade. Hoje eu sei que sonho com o que eu acho que me fará feliz e sonho para concretizar. Espero nunca perder esta capacidade de sonhar e ter força para concretizar os meus sonhos, porque nada é mais gratificante do que a sensação de "missão cumprida", e saber que ultrapassados os obstáculos, valeu a pena nunca desistir de lutar. É esse o espírito que tenho em mim e que um dia gostaria de incutir aos meus filhos: nunca desistir do que nos faz felizes, por mais longínquo, impossível ou difícil que isso nos possa parecer.

 

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publicado às 07:56


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