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Um dia todos nós somos obrigados a sair do casulo e a arriscar um primeiro voo.
Todos nós temos momentos menos bons ou menos felizes, momentos de fraqueza, de dúvida, de insegurança, de "não sei se deva" ou de "será que faço bem?", momentos em que nada parece ter sentido e em que nos sentimos perdidos. Por vezes precisamos apenas de "10 segundos" para respirar fundo e voltar a caminhar em frente, mas, outras vezes vezes precisamos mesmo de uma pausa, de descansar do mundo, de parar. E isso não é ser fraco nem tão pouco significa baixar os braços. Aliás, é muitas das vezes em momentos assim que nos reencontramos, que nos damos aos outros e arriscamos dizer "preciso de ti", que sorrimos ao ser abraçados por quem nos quer bem independentemente de tudo, que falamos sem receio de ser julgados, que ganhamos coragem e recuperamos forças, que fazemos as pazes com a vida e até connosco. Que somos nós mesmos, sem rodeios. Que sentimos mais. E que recomeçamos. De coração cheio e alma firme.
