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Um dia todos nós somos obrigados a sair do casulo e a arriscar um primeiro voo.
Às vezes tens de arriscar mesmo sem certezas. Tens de te atrever a sair do lugar, a caminhar em frente, mesmo que não saibas bem até onde o caminho te irá levar, e que dentro de ti um turbilhão de sentimentos te faça duvidar. Na dúvida, vai. Há momentos em que tens de sair da tua zona de conforto. Em que tens de arregaçar as mangas e tomar a decisão de fazer acontecer. Não esperes que alguém o faça por ti. Toma uma atitude. Vais ser constantemente obrigada a tomar decisões e nem sempre podes deixar que seja o tempo a mostrar-te qual é a correta. Tens de ter coragem e força. Tens de aprender a equilibrar-te. Não precisas de ter todas as respostas nem de fazer tudo do jeito certo, muito menos de agradar a toda a gente. Tens de te sentir em paz, de te resolver contigo e com a vida, e muito importante, tens de dar valor, ao que tens, e sobretudo a quem tens ao teu lado. Tens que descomplicar e seguir, mesmo podendo não dar certo, mas acreditando sempre que sim. E se em algum momento não estiveres bem, muda.

Ainda não está lançado, mas, para lá caminha! Ainda não tinha falado aqui dele antes porque tinha algum receio de que nunca o fossem poder conhecer, mas agora parece que já não falta assim tanto para que isso aconteça.
Na altura em que editei o meu primeiro livro fiquei completamente rendida a este mundo em que escrevemos e partilhamos com os outros um pouco de nós através das palavras, algumas delas assumidamente nossas, outras concedidas por nós a personagens que criámos. Contudo, e apesar de ser uma pessoa que detesta desistir e luta pelos seus objectivos, sempre achei que não voltaria a editar novamente, talvez por falta de ideias, ou por receio de arriscar. Por isso, durante cerca de um ano não escrevi nada com o intuito de editar, fui escrevendo, mas nada de concreto. As pessoas perguntaram-me muitas vezes se estava a escrever mais algum livro, falaram-me em escrever uma continuação do Diário de Filipa, disseram-me que estavam curiosas para ler mais coisas escritas por mim, fui particularmente feliz nos tempos que se seguiram à edição do livro, sobretudo porque me abriu portas a experiências muito gratificantes. E as pessoas à minha volta incentivaram-me imenso, tanto que um dia decidi tentar de novo, senti essa vontade e fi-lo. Para além da vontade que tinha em voltar a partilhar textos meus com as pessoas, senti que lhes devia isso. Não disse nada a ninguém, mas aos poucos fui moldando uma história que não era a minha, mas que eu vivi tão intensamente como se fosse. No início a Margarida, a personagem principal da história, era muito vaga, sabia muito pouco sobre ela, só depois, quando realmente comecei a simpatizar com ela e comecei a sentir maior vontade de a aprofundar é que acabei por explorá-la de verdade. Foi um processo muito engraçado. A Margarida vive coisas que eu jamais teria idade para experimentar, mas isso tornou todo o processo ainda mais desafiante. Agora que o terminei, mal posso esperar para ver a reação de quem o ler e receber críticas, sobretudo construtivas, para que eu possa continuar a evoluir.
Para já é isto, o resto... conto-vos depois!
Ainda não está lançado, mas, para lá caminha! Ainda não tinha falado aqui dele antes porque tinha algum receio de que nunca o fossem poder conhecer, mas agora parece que já não falta assim tanto para que isso aconteça.
Na altura em que editei o meu primeiro livro fiquei completamente rendida a este mundo em que escrevemos e partilhamos com os outros um pouco de nós através das palavras, algumas delas assumidamente nossas, outras concedidas por nós a personagens que criámos. Contudo, e apesar de ser uma pessoa que detesta desistir e luta pelos seus objectivos, sempre achei que não voltaria a editar novamente, talvez por falta de ideias, ou por receio de arriscar. Por isso, durante cerca de um ano não escrevi nada com o intuito de editar, fui escrevendo, mas nada de concreto. As pessoas perguntaram-me muitas vezes se estava a escrever mais algum livro, falaram-me em escrever uma continuação do Diário de Filipa, disseram-me que estavam curiosas para ler mais coisas escritas por mim, fui particularmente feliz nos tempos que se seguiram à edição do livro, sobretudo porque me abriu portas a experiências muito gratificantes. E as pessoas à minha volta incentivaram-me imenso, tanto que um dia decidi tentar de novo, senti essa vontade e fi-lo. Para além da vontade que tinha em voltar a partilhar textos meus com as pessoas, senti que lhes devia isso. Não disse nada a ninguém, mas aos poucos fui moldando uma história que não era a minha, mas que eu vivi tão intensamente como se fosse. No início a Margarida, a personagem principal da história, era muito vaga, sabia muito pouco sobre ela, só depois, quando realmente comecei a simpatizar com ela e comecei a sentir maior vontade de a aprofundar é que acabei por explorá-la de verdade. Foi um processo muito engraçado. A Margarida vive coisas que eu jamais teria idade para experimentar, mas isso tornou todo o processo ainda mais desafiante. Agora que o terminei, mal posso esperar para ver a reação de quem o ler e receber críticas, sobretudo construtivas, para que eu possa continuar a evoluir.
Para já é isto, o resto... conto-vos depois!
Há momentos na vida em que somos obrigados a optar. Por vezes é fácil escolher, sobretudo quando temos bem definido qual o caminho que queremos para nós. Outras vezes a escolha torna-se mais difícil, principalmente porque tudo na vida tem um lado bom e outro menos bom, portanto em algumas situações somos forçados a abdicar de algumas coisas em prol de outras. Nem sempre fazemos as escolhas mais acertadas, é um risco, mas na maioiria das vezes é um risco que temos de correr. É esse risco que nos pode fazer muito felizes, mas também é o mesmo risco que nos pode trazer grandes dissabores. Não podemos adivinhar quando vale a pena arriscar ou não, mas por vezes temos de estar atentos ao que nos rodeia. O certo é que, no fim de cada decisão somos pessoas diferentes, pois cada rumo que tomamos nos acrescenta experiências, sentimentos e, se a decisão tiver sido a melhor, sorrisos, caso contrário, ficam algumas cicatrizes.