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Um dia todos nós somos obrigados a sair do casulo e a arriscar um primeiro voo.
Queridos leitores,
Bem sei que tenho estado há muito desaparecida do blogue. Mais tempo do que previ e do que gostaria. Continuo a ler e escrever (sobretudo textos de caráter mais pessoal) sempre que tenho um tempinho. O próximo mês de Setembro marca o início do meu último ano de faculdade (Curso de Licenciatura em Enfermagem, na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra [ESEnfC]), sendo que este tem sido um percurso repleto de desafios, que tem exigido de mim muito tempo e dedicação mas que, inquestionavelmente, tem valido muito a pena.
Conto em breve poder regressar a esta página, pela qual tenho tanto carinho, e dedicar-lhe o tempo que merece. Para já, deixo-vos uma entrevista que consta do Boletim semestral da ESEnfC, "MEMO", onde falo um pouco de mim, do meu percurso, da minha paixão pelas letras e pela comunicação, e da minha forma de encarar a vida. ( Em breve está online na página da escola, aqui.)
Espero que gostem!
Até breve,
Ana



Tal como vos dei conta, no passado Domingo estive no ar na Rádio Popularfm 90.9 no programa Portugalíssimo com Zezé Miranda. Aqui fica a entrevista pra que possam ouvir!
Quanto ao desafio "pontas soltas" podem, claro, continuar a participar. Para a semana responderei a todos os comentários e darei prosseguimento ao desafio. Até lá!
No próximo dia 14 de Junho (Domingo) estarei em direto no programa de rádio Portugalíssimo, ao Sabor das Melhores Ondas para o Mundo via Internet em: Popularfm.com e para a Grande Lisboa e Setúbal em FM 90.9.
Uma entrevista num registo descontraído onde, mais uma vez, darei a conhecer um pouco de mim e do meu gosto pela escrita, e claro, não deixarei de falar deste cantinho que é meu e vosso.
Portugalissimo/Popularfm 90.9
Com Zézé miranda e Alfredo Batista.

A comunicação - através da escrita ou da oralidade - é algo que me apaixona e me cativa. A força das palavras é algo impressionante, e que vivo intensamente. É de mim, sou assim.
A semana passada fui convidada para participar num trabalho para avaliação de duas alunas da faculdade que estudam comunicação, mais concretamente jornalismo. Pediram-me para gravarmos uma entrevista tal e qual como se estivéssemos numa rádio "a sério". Aceitei de imediato, claro.
O resultado final está aqui!
Boa tarde,
Hoje partilho convosco a minha entrevista à Rádio Regional do Centro (96.2 FM) que foi para o ar durante esta semana.
Gostei muito desta experiência e agradeço toda a disponibilidade e simpatia de quem tornou possível esta minha passagem pela rádio, em especial à Susana, que foi 5*.
Quem quiser, já sabe, basta clicar aqui e ouvir.

É hoje! Foi com muita alegria que soube que teria oportunidade de divulgar o meu livro através da rádio. Assim sendo, hoje estarei "on air" na Rádio Regional do Centro (96.2 FM) a partir das 20h00 para uma conversa onde falarei um pouco sobre este meu mais recente livro, "O Primeiro Voo", o blogue e o meu percurso na escrita.
Acompanhem a emissão aqui.

Passado o mês de Janeiro é altura de dar as boas-vindas a Fevereiro! Assim, começo este novo mês a partilhar convosco uma mini-entrevista que me foi feita pela Mariana Pereira, aluna do 10º ano de escolaridade, que decidiu apresentar o meu livro na disciplina de Português e quis saber algumas coisas a meu respeito.
Mariana Pereira (MP) - Com apenas 16 anos já escreveu dois livros. Como lida com o reconhecimento das pessoas perante si e os seus livros?
Editei o meu primeiro livro aos 13 (anos). Editar pela primeira vez não é nada fácil, principalmente quando se tem 13 anos e se está na fase das dúvidas e das inseguranças. Acima de tudo eu era uma rapariga completamente anónima, e quando se é anónimo e inexperiente no meio é preciso saber lidar muito bem com o desencadear das coisas para conseguirmos que corra tudo bem a nível de publicação e divulgação do livro. No meu caso a divulgação do livro trouxe-me experiências óptimas e muito gratificantes, as idas à televisão, o aparecimento em alguns jornais, as apresentações em escolas, livrarias, bibliotecas e feiras do livro, e outras coisas que surgiram com o tempo. Foi assim que me tornei um bocadinho mais conhecida. Não me considero figura pública embora, hoje em dia, depois de já ter o segundo livro publicado, as pessoas já me comecem a conhecer um bocadinho e a abordar-me para falar dos livros e do facto de já ter publicado duas vezes com esta idade. Isso é muito bom, e gosto especialmente das críticas que fazem (as construtivas), porque são uma mais valia para eu poder evoluir.
MP - Como é que percebeu que o seu destino era ser escritora?
Bem, na verdade acho que o meu “destino” não é ser escritora. Nem sequer me considero escritora. Tenho muito respeito por quem faz da escrita uma profissão, com tudo o que isso implica. Eu escrevo de uma forma mais descontraída, e uso um bocadinho a escrita como uma catarse. Gosto de escrever, gosto muito aliás, mas, não me imagino a fazer da escrita uma profissão. Gostava, por exemplo, de ser jornalista ou apresentadora de televisão. Comunicar. Comunicar é a minha maior paixão, e embora queira ser médica, sinto que esta vertente da comunicação vai sempre fazer parte de mim.
Mas, respondendo à pergunta de outra forma, comecei a perceber que tinha algum talento para escrever devido aos meus professores do 2º ciclo que faziam questão de elogiar a minha expressão escrita e oral, e mais ainda depois de ter começado a publicar textos (em prosa e poesia) no blogue “Poesia a Brincar”, em 2010.
MP - Já pensou na história do seu próximo livro?
Para já ainda é cedo para pensar em publicar novamente. Estou centrada na divulgação deste segundo livro, um romance que me deu imenso prazer escrever. Criei uma intimidade muito grande com a personagem principal, a Margarida, quase como se ela existisse realmente e fossemos amigas. Além disso estou no 11º ano, este ano tenho exames e tenho tido sempre muitos testes e alguns trabalhos, portanto não tenho tido tempo suficiente para me dedicar à escrita de um próximo livro. Ultimamente quando escrevo faço-o no meu blogue (O diário de uma borboleta). Tenho já algumas ideias que surgiram com o tempo, mas nada suficientemente concreto.


