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Quanto aos presentes

por aesperaparavoar, em 22.12.15

Embora para mim o verdadeiro significado do Natal não esteja nos presentes, tal como referi no post anterior, é sempre aconchegante receber miminhos, sobretudo quando eles nos são oferecidos com carinho e não por sentimento de obrigação. Quando era miúda delirava imenso com o facto de ver aparecer os embrulhos debaixo da árvore, cheia de curiosidade para descobrir o que estava dentro deles. Lembro-me do entusiasmo com que aguardava a chegada da meia-noite para poder começar a abrir cada um dos presentes e da felicidade desapercebida com que o fazia. Hoje em dia já não é bem assim, até porque os meus "presentes" são quase todos comprados por mim, à medida que preciso deles. Acho que quando somos nós a gerir o nosso dinheiro somos automaticamente obrigadas a fazer uma gestão muito mais cuidadosa e pessoalmente julgo que isso é uma ótima lição para a nossa vida futura. Ainda assim, da família surgem sempre alguns miminhos, e às vezes, mesmo que seja apenas uma "lembrançinha", é bom ver que as pessoas me conhecem e que conseguem ir de encontro aos meus gostos. 

Hoje recebi um presente. Já não tenho por hábito esperar pelo dia 24 para abrir os embrulhos uns a seguir aos outros. A maior parte vou-os abrindo à medida que me são oferecidos. Recebi um livro de uma autora que não conheço, Juliette Fay, e fiquei bastante curiosa para o ler, por isso, é capaz de ser a minha próxima leitura. 

 

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publicado às 19:23

Hoje partilho convosco o nome de uma das escritoras que mais gosto de ler. Descobri o seu primeiro livro em 2013 e desde aí que não resisti a comprar/ler todos os outros (livros) que estão já traduzidos para português. Chama-se Lesley Pearse. É uma das escritoras preferidas do público português (o que não me admira nada) e conta já com uma vasta coleção de obras publicadas e traduzidas por todo o mundo. Em Portugal estão já publicados os livros Nunca me Esqueças, Procuro-Te, Segue o Coração, A Melodia do Amor, Nunca Digas Adeus, Sonhos Proibidos, A Promessa, Perdoa-me e, mais recentemente, És o Meu Destino. Tenho-os a todos (lidos), alinhados religiosamente na prateleira do meu escritório. Lesley Pearse cativa-me sobretudo pelo detalhe (não exagerado) com que descreve os cenários e as situações que pretende expor. A forma como explora cada personagem femina de qualquer um dos seus livros é ímpar. Talvez o seja porque a própria vida da escritora é uma inspiração para os seus romances, isto quer falemos da dor do primeiro amor, de crianças indesejadas e maltratadas, de adopção, rejeição, pobreza ou vingança, já que ela viveu tudo isto bem de perto. É considerada uma lutadora, uma mulher dotada de uma coragem extraordinária, possivelmente por isso eu goste tanto dela também. 

A verdade é que de cada vez que é editado um novo livro em Portugal eu não resisto à tentação de o comprar, nem descanso enquanto não o leio. O meu preferido é, muito provavelmente, Sonhos Proibidos, sendo que Perdoa-me também não lhe fica atrás (li-o em 4 dias nas férias de Verão do ano passado, ADOREI). 

Embora eu tenha um gosto muito eclético no que toca a livros, creio que vocês também irão gostar de mergulhar nas histórias desta escritora que admiro imenso. Sem dúvida uma grande inspiração!

 

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publicado às 20:21

"O Primeiro Voo", o meu segundo livro

por aesperaparavoar, em 24.10.14

Ainda não está lançado, mas, para lá caminha! Ainda não tinha falado aqui dele antes porque tinha algum receio de que nunca o fossem poder conhecer, mas agora parece que já não falta assim tanto para que isso aconteça. 

Na altura em que editei o meu primeiro livro fiquei completamente rendida a este mundo em que escrevemos e partilhamos com os outros um pouco de nós através das palavras, algumas delas assumidamente nossas, outras concedidas por nós a personagens que criámos. Contudo, e apesar de ser uma pessoa que detesta desistir e luta pelos seus objectivos, sempre achei que não voltaria a editar novamente, talvez por falta de ideias, ou por receio de arriscar. Por isso, durante cerca de um ano não escrevi nada com o intuito de editar, fui escrevendo, mas nada de concreto. As pessoas perguntaram-me muitas vezes se estava a escrever mais algum livro, falaram-me em escrever uma continuação do Diário de Filipa, disseram-me que estavam curiosas para ler mais coisas escritas por mim, fui particularmente feliz nos tempos que se seguiram à edição do livro, sobretudo porque me abriu portas a experiências muito gratificantes. E as pessoas à minha volta incentivaram-me imenso, tanto que um dia decidi tentar de novo, senti essa vontade e fi-lo. Para além da vontade que tinha em voltar a partilhar textos meus com as pessoas, senti que lhes devia isso. Não disse nada a ninguém, mas aos poucos fui moldando uma história que não era a minha, mas que eu vivi tão intensamente como se fosse. No início a Margarida, a personagem principal da história, era muito vaga, sabia muito pouco sobre ela, só depois, quando realmente comecei a simpatizar com ela e comecei a sentir maior vontade de a aprofundar é que acabei por explorá-la de verdade. Foi um processo muito engraçado. A Margarida vive coisas que eu jamais teria idade para experimentar, mas isso tornou todo o processo ainda mais desafiante. Agora que o terminei, mal posso esperar para ver a reação de quem o ler e receber críticas, sobretudo construtivas, para que eu possa continuar a evoluir.

Para já é isto, o resto... conto-vos depois!

 

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publicado às 23:04

"O Primeiro Voo", está quase (só falta o "quase")

por aesperaparavoar, em 22.10.14

Está escolhida! Esta será a foto para a contracapa do novo livro "O Primeiro Voo". Confesso que todo o processo de edição do livro me fascina, é interessante a forma como tudo se processa, e a forma como a ansiedade cresce de dia para dia... Aos poucos aproxima-se o dia do lançamento. Já está quase tudo pronto. Falta o quase. Ainda não vi a capa. Estou muito curiosa para ver como ficou, sobretudo porque fui eu que a idealizei na totalidade. Agora já sei um pouco melhor como tudo funciona, mas continuo a vibrar como se fosse a primeira vez, e é quase como se fosse. Já passaram três anos. É o meu primeiro romance. Estou nervosa. E ansiosa. Quero muito saber as vossas opiniões e ter acesso às vossas críticas, são elas que me fazem evoluir. Espero que o possam ler, e sobretudo espero que gostem tanto de o ler como eu gostei de o escrever!

 IMG_20141020_220542.jpg

 

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publicado às 20:00

O novo livro

por aesperaparavoar, em 15.10.14

A sensação de poder voltar a publicar é, acima de tudo, de felicidade. Sinto-me feliz por poder voltar a partilhar convosco aquilo que escrevo, desta vez através da história da Margarida.

À partida, e não havendo motivos de força maior, o lançamento do livro será dia 29 de Novembro (de 2014) pelas 15h30min, no Colégio da Imaculada Conceição, em Cernache-Coimbra. Depois dar-vos-ei conta de mais detalhes, mas para já, reservem o dia para vir conhecer "O Primeiro Voo".

 

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publicado às 17:07

"O Primeiro Voo", o meu segundo livro

por aesperaparavoar, em 24.09.14

Ainda não está lançado, mas, para lá caminha! Ainda não tinha falado aqui dele antes porque tinha algum receio de que nunca o fossem poder conhecer, mas agora parece que já não falta assim tanto para que isso aconteça. 

Na altura em que editei o meu primeiro livro fiquei completamente rendida a este mundo em que escrevemos e partilhamos com os outros um pouco de nós através das palavras, algumas delas assumidamente nossas, outras concedidas por nós a personagens que criámos. Contudo, e apesar de ser uma pessoa que detesta desistir e luta pelos seus objectivos, sempre achei que não voltaria a editar novamente, talvez por falta de ideias, ou por receio de arriscar. Por isso, durante cerca de um ano não escrevi nada com o intuito de editar, fui escrevendo, mas nada de concreto. As pessoas perguntaram-me muitas vezes se estava a escrever mais algum livro, falaram-me em escrever uma continuação do Diário de Filipa, disseram-me que estavam curiosas para ler mais coisas escritas por mim, fui particularmente feliz nos tempos que se seguiram à edição do livro, sobretudo porque me abriu portas a experiências muito gratificantes. E as pessoas à minha volta incentivaram-me imenso, tanto que um dia decidi tentar de novo, senti essa vontade e fi-lo. Para além da vontade que tinha em voltar a partilhar textos meus com as pessoas, senti que lhes devia isso. Não disse nada a ninguém, mas aos poucos fui moldando uma história que não era a minha, mas que eu vivi tão intensamente como se fosse. No início a Margarida, a personagem principal da história, era muito vaga, sabia muito pouco sobre ela, só depois, quando realmente comecei a simpatizar com ela e comecei a sentir maior vontade de a aprofundar é que acabei por explorá-la de verdade. Foi um processo muito engraçado. A Margarida vive coisas que eu jamais teria idade para experimentar, mas isso tornou todo o processo ainda mais desafiante. Agora que o terminei, mal posso esperar para ver a reação de quem o ler e receber críticas, sobretudo construtivas, para que eu possa continuar a evoluir.

Para já é isto, o resto... conto-vos depois!

 

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publicado às 18:25


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